Na luta contra o envelhecimento: 3 boas pistas!

Estamos cada vez mais próximos de atrasar ou mesmo parar o relógio do nosso corpo. É uma busca de sempre e tentamos chegar cada vez mais perto!
Com o avançar dos anos, o nosso corpo fica mais sensível a doenças crónicas. Tradicionalmente via-se como causa de várias doenças crónicas, a idade. Um grupo de cientistas optou por uma nova abordagem, acreditando ser possível reverter o relógio biológico do nosso corpo, de forma a que muitas doenças nem cheguem a surgir. O ponto de partida foi: Se quisermos viver mais, temos muito a aprender com os centenários. Um estudo recente apresenta que em comum essas pessoas têm a idade e o facto de não terem tido determinadas doenças crónicas, situação que lhes permite viver, viver e viver.

Reverter o envelhecimento pode oferecer enormes benefícios para toda a população e presentemente temos bons indicadores de estarmos no caminho certo.
Vários são os estudiosos que seguem pistas diferentes com esse mesmo fim:
Na Universidade de Stanford, conseguiram comprovar em laboratório que após ligarem a corrente sanguínea de um agente mais idoso a um mais jovem, as células estaminais, que são responsáveis pela renovação de células, fizeram com que a renovação de células ficasse novamente mais eficiente. Em Harvard, por outro lado, identificaram uma proteína presente no sangue (GDF11) que acelera o rejuvenescimento.
Outra abordagem sugere a acção de medicamentos e suplementos nutricionais. No País de Gales um grupo de cientistas concluiram que um medicamento de Metformina interfere no processo normal de envelhecimento chamado Glicação – onde a glicose combinada com algumas proteínas e moléculas ganham novas forças nos seus trabalhos.
A farmacêutica Novartis provou com a medicação de Everolimus melhorar a efectividade da vacina contra a gripe. O sistema imunitário recebe um reforço e apresenta maior concentração anti-corpos na corrente sanguínea, o que  prova que o sistema imunitário rejuvenesceu com sucesso.
Ainda um ultimo estudo a termos em atenção envolve dieta, os nossos hábitos alimentares. Sabemos já que diminuir o consumo de calorias ajuda a alcançarmos maior longevidade. Valter Longo, director do Longevity Institute at the University of Southern California, demonstrou que consegue aumentar a longevidade dos ratos apenas por limitar a quantidade de alimentos ou limitando a quantidade de proteína ingerida. No entanto, continua por provar a relação entre essa prática e o aumento de longevidade no ser humano.

Ainda há muito caminho para percorrer, mas estas novas pistas que vão surgindo mantêm a esperança dos cientistas de que soluções mais concretas de aumento de longevidade estão para ser descobertas em breve.

Posted on: February 15, 2017, by :

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