sintomas

Gravidez: 40 semanas de mudanças

Ser Mãe é realmente uma decisão! As mulheres quando engravidam, começam logo por notar algumas (ainda que pequenas) alterações no seu corpo. Há quem sinta uma maior tensão mamária, que é muitas vezes confundida com um sintoma típico do síndrome pré-menstrual. Outras sofrem de um aumento da frequência urinária. De repente, a meio da noite, levantam-se para ir à casa de banho. As mulheres sofrem!

Hoje no Blog da MyNurse, falamos dos edemas que afectam a maioria das grávidas na etapa final da gravidez e deixamos aqui algumas sugestões para as senhoras que estão quase quase a ter o bebé.

Na segunda metade da gravidez é frequente os pés incharem, podendo o mesmo ocorrer nas mãos e no rosto. Nestas situações é aconselhável evitar ficar longos períodos parada de pé. Se não tiver nenhuma contra-indicação, deve fazer exercício físico.

Sempre que puder, deite-se com as pernas ligeiramente elevadas. Pode também deitar-se virada para o lado esquerdo. Pode considerar utilizar meias de compressão elástica. Se começar a sentir os dedos das mãos inchados, retire os anéis.

Nesta imagem, pode ver os vários graus do Sinal de Godet que pode vir a observar nos seus membros inferiores.

Na MyNurse encontra uma série de serviços para as grávidas mas há uns pacotes de fisioterapia de preparação para o parto que deviam ser alvo da sua atenção. Sem sair de casa, prepare o seu corpo para receber o seu bebé. Aprenda os pormenores dos esforços físicos a que será submetida na maternidade.

Conte connosco: saiba mais em www.mynurse.pt

O Sistema Respiratório como mecanismo de defesa do corpo

O Sistema Respiratório tem um papel muitíssimo relevante na protecção do nosso corpo contra os agentes patogénicos. E é uma protecção com um sistema tão complexo que de certeza nunca imaginou que pudesse ser assim.

 

Nesta imagem consegue-se perceber que os cílios são prolongamentos das células que ajudam a “arrastar” os agentes patogénicos para o muco que será posteriormente eliminado através da tosse ou apenas da deglutição.

Nesta altura do ano, é muito comum apresentar tosse e expectoração e, umas das soluções mais eficazes que hoje em dia se conhece é a Cinesiterapia Respiratória (“ginástica respiratória”).

Na MyNurse encontra fisioterapeutas com muita experiência em Cinesiterapia em quem pode confiar a sua tosse.

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Como se transmite uma infecção?

A infeção é a invasão de um hospedeiro susceptível por agentes patogénicos, ou microorganismos, resultando em doença.

Os principais agentes infecciosos são as bactérias, os vírus, fungos e protozoários.

Ocorre doença ou infeção, apenas, quando os agentes patogénicos se multiplicam e alteram a função tecidual normal. Quando a doença infecciosa é passível de transmissão directa, de uma pessoa para outra, diz-se que é contagiosa ou então que é um doença transmissível (Jackson e Tweeten, 2000, adapt).

 

Neste Inverno a My Nurse aconselha a que esteja atento a estas formas de transmissão de doenças. Como já diz o ditado, “mais vale prevenir que remediar!” Caso seja necessário remediar, pode sempre contar com os vários profissionais qualificados para o ajudarem no processo de cura mesmo no quentinho de sua casa. Conte com a My Nurse e saiba mais em www.mynurse.pt

Fui diagnosticado. E agora? A Aceitação

Para terminar a série de posts acerca do processo de aceitação da doença, temos a última fase. A Aceitação.

Já sendo capaz de admitir que a doença existe, a pessoa procura obter informação, esforçando-se por ser autónoma. É um recomeço. Desta forma, nesta etapa, a família e os amigos são peças fundamentais na adaptação às novas rotinas.

Procurem juntos um enfermeiro que esteja presente e que vá acompanhando o processo de aprendizagem e adaptação, esclarecendo dúvidas, resolvendo pequenos problemas que podem vir a aparecer ao longo do caminho.

Não há dúvidas que, quando nos sentimos acompanhados, é muito mais fácil recomeçar. Nunca se esqueça disso. A sua saúde é preciosa, a saúde dos seus familiares e amigos é preciosa. Não perca a oportunidade de acompanhar alguém neste caminho de aceitar a doença. A sua presença pode fazer a diferença neste processo.

A aceitação da doença reflecte a vontade de enfrentar as suas implicações e para isto pode contar com profissionais diferenciados na MyNurse que pode dar todo o apoio necessário no conforto de sua casa. Saiba mais em www.mynurse.pt

 

 

 

Fui diagnosticado, e agora? A resolução

Continuando a falar sobre o processo de aceitação da doença, a próxima etapa pode ser considerada como uma pequena luz ao fundo do túnel: a Resolução.

A pessoa já começa a ser capaz de exprimir mais abertamente as suas emoções, tomando consciência de que a doença trouxe alterações para a sua vida e pode até começar a fazer perguntas, mostrando algum interesse.

Nesta fase, o mais indicado é incentivar a partilha de sentimentos. Por esta razão, sugerimos que faça sentir a sua presença junto da pessoa doente. Pode até sugerir conversar com um enfermeiro para colocar as dúvidas que tem sobre a doença.

Nesta fase, a presença de um profissional é imprescindível. Ajudar a pessoa a começar a responsabilizar-se pelo seu estado de saúde, tentando aprender mais sobre ela, é uma competência específica de enfermagem. Na MyNurse pode encontrar enfermeiros disponíveis para fazer este acompanhamento ao domicílio. Não hesite em saber mais informações. Visite a nossa página em www.mynurse.pt

Fui diagnosticado, e agora? Fase da Negociação

Temos vindo a deixar aqui no Blog MyNurse algumas dicas para que possa apoiar alguém que tenha recebido a notícia de uma doença. Independentemente do diagnóstico, todos passamos por um processo de adaptação à doença. As primeiras etapas já descrevemos em posts anteriores.

Depois do sentimento de raiva, entramos numa quarta etapa: a Negociação.

Nesta fase mais tardia, observam-se muitas vezes comportamentos de negociação. Por exemplo “se eu sobreviver, então prometo que vou ter mais cuidado”. Uma crença de que o diagnóstico foi um castigo e que portanto há a hipótese de negociar o desfecho daquela situação.

Nestes momentos, é importante manter o discurso de apoio baseado apenas na realidade. No que se sabe em concreto. Não vale a pena fazer projeções de futuro. Ajude a concentrar-se no presente e no dedicar toda a atenção ao que se sabe de momento.

É muito importante compreender que cada etapa não tem um período de tempo definido. Varia consoante cada caso e, além disso, a passagem entre etapas pode ser muito ténue. No entanto, conhecê-las pode ser importante para quem está apoiar a pessoa doente, contribuindo para uma maior compreensão do seu processo de aceitação interior.

Conversar com um psicólogo pode ser uma variante neste processo de aceitação que faz a diferença. Na MyNurse podemos ajudá-lo a encontrar um profissional que tenha um perfil que ajude a criar empatia com a pessoa doente. Não hesite em saber mais informações em www.mynurse.pt

 

ALZHEIMER: O QUE É

 

Alzheimer é um tipo de demência que provoca uma deterioração global, progressiva e irreversível de diversas funções cognitivas, nomeadamente a memória, a atenção, a concentração, a linguagem e o pensamento. Esta deterioração tem como consequências alterações no comportamento, na personalidade e na capacidade funcional da pessoa, dificultando a realização das suas actividades de vida diária. Quando a pessoa perde uma capacidade, raramente consegue voltar a recuperá-la ou reaprendê-la.

 

SINTOMAS DO ALZHEIMER

Os sintomas podem ser muito subtis. Começam frequentemente por lapsos de memória e dificuldade em encontrar as palavras certas para objectos do quotidiano. Estes sintomas agravam-se à medida que as células cerebrais vão morrendo e a comunicação entre estas fica alterada. Alguns sintomas característicos são:

  • dificuldades de memória persistentes e frequentes, especialmente de acontecimentos recentes
  • discurso vago durante as conversações
  • perder entusiasmo na realização de actividades, anteriormente apreciadas
  • demorar mais tempo na realização de actividades de rotina
  • esquecer-se de pessoas ou lugares conhecidos
  • incapacidade para compreender questões e instruções
  • deterioração de competências sociais e imprevisibilidade emocional

 

TRATAMENTO

Até à presente data não existe cura para a Doença de Alzheimer. No entanto, existem algumas medicações que parecem permitir alguma estabilização do funcionamento cognitivo nas pessoas com esta doença, nas fases ligeira e moderada. Também pode ser prescrita medicação para sintomas secundários, como a inquietude e a depressão, ou para ajudar a dormir melhor.

Para além do tratamento farmacológico, há a intervenção não farmacológica cujo objectivo principal é a estimulação das capacidades cognitivas, com vista à sua maximização e ao bem-estar da pessoa, nomeadamente no que respeita à sua adaptação à doença.

 

NECESSIDADES ESPECIFICAS

Cuidar de alguém com Alzheimer pode ser muito difícil e desgastante, sobretudo por causa da dependência que esta doença acarreta, pelo que se torna necessário recorrer a cuidadores qualificados, que no mínimo assegurem as essenciais pausas regulares na prestação dos cuidados por parte das famílias.

Para acompanhamento de doentes com Alzheimer e ou outras doenças demenciais, administração de medicação, cuidados de higiene e conforto, fisioterapia, terapia ocupacional, ou outro tipo de apoio domiciliário relacionado com este tipo de doenças, consulte a MyNurse.

 

Cancro de Pele

O QUE É O CANCRO DE PELE

Tem início nas células da pele, e dá-se quando o processo de formação, envelhecimento e substituição das células corre mal, ou seja, quando se formam células novas, sem que a pele tenha necessidade delas, e sem que as células envelhecidas morram quando deviam. Este excesso de células pode formar um tumor.

MELANOMA

O melanoma é o tipo de cancro da pele mais grave, que tem início nas células da pele, os melanócitos.

Os melanócitos produzem melanina, que é o pigmento que dá cor à pele. Quando a pele é exposta ao sol, os melanócitos produzem mais pigmento, fazendo com que a pele bronzeie, ou seja, escureça.

O melanoma surge quando os melanócitos se tornam malignos.

 

SINTOMAS DO CANCRO DE PELE

Muitas vezes, o primeiro sinal de melanoma é uma alteração no tamanho, forma, cor ou textura de um sinal já existente. A maioria dos melanomas apresenta uma zona preta ou preta-azulada; também pode surgir como um novo sinal: que pode ser preto, anómalo ou com “mau aspecto”.

O aspecto dos melanomas pode variar muito. O melanoma, numa fase inicial, pode ser detectado quando um sinal existente sofre ligeiras alterações como, por exemplo, quando se forma uma nova zona negra, ou aparecem pequenas crostas e ou comichão.

Para uma vigilância adequada deve ser feito o seguinte controlo

  • Assimetria: a forma de uma metade não coincide com a outra.
  • Bordos: as margens são geralmente irregulares, biseladas, parecendo borradas; o pigmento pode espalhar-se para a pele circundante.
  • Cor: a cor é desigual; pode apresentar sombras de preto, castanho e um tom bronzeado. Também podem ser observadas zonas de branco, cinzento, vermelho, rosa ou azul.
  • Diâmetro: existe uma alteração no tamanho, que geralmente aumenta. Os melanomas são, por norma, maiores do que a borracha de um lápis (5 milímetros).

 

TRATAMENTO

O tratamento do melanoma depende, principalmente, do estadio da doença, da idade e do estado de saúde geral da pessoa.

A cirurgia é o tratamento mais comum para o melanoma. É removido o tumor e algum tecido saudável em volta, para ter alguma margem de “segurança”. Desta forma reduz-se a probabilidade de ficarem células cancerígenas na zona do tumor.

Nos casos em que o melanoma está disseminado para outras partes do organismo, a cirurgia não é suficiente, pelo que poderão ter de ser usados outros métodos de tratamento, tais como a quimioterapia, a imunoterapia, ou a radioterapia.

 

CANCRO DA PELE NÃO MELANOMA

Os dois tipos de cancro de pele não-melanoma mais comuns são o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular ou epidermoide. Este tipo de carcinomas tende a aparecer na cabeça, na face, no pescoço, nas mãos e nos braços, que são as áreas mais expostas ao sol.

SINTOMAS

A alteração na pele é o indicador mais frequente de cancro de pele. Pode ser uma massa nova (neoplasia), uma ferida que não cicatriza ou uma alteração de uma neoplasia já existente. Nem todos os cancros de pele têm a mesma aparência.

É importante estar atento às seguintes alterações da pele:

  • Nódulos pequenos, lisos, brilhantes, opacos ou serosos
  • Nódulos vermelhos e duros.
  • Feridas ou nódulos que sangram ou desenvolvem crosta ou cicatriz, mas não cicatrizam
  • Sinais vermelhos e achatados rugosos, secos ou espessos, que se podem tornar macios e provocar comichão.
  • Sinais vermelhos ou castanhos rugosos e espessos.

 

TRATAMENTO

A cirurgia é o tratamento habitual. No entanto, em alguns casos, o médico pode sugerir quimioterapia tópica, terapia fotodinâmica ou radioterapia.

 

PREVENÇÃO

A melhor forma de prevenir o cancro de pele é proteger-se do sol. As crianças, em particular, devem ser bem protegidas.

Sabia que uma pessoa que, em criança ou adolescente, tenha tido pelo menos uma queimadura solar grave, com bolhas, tem um risco aumentado de Melanoma?

Mas atenção que as queimaduras solares em idade adulta também são um factor de risco para melanoma, que é mais comum em zonas com grande incidência de radiação UV do sol.

A exposição aos raios UV naturais deve ser limitada e as fontes artificiais devem ser evitadas, pois ao provocar envelhecimento precoce da pele pode produzir alterações que podem originar cancro de pele.

Para uma Prevenção eficaz devem ser tomados os seguintes cuidados:

  • limitar o tempo de exposição ao sol e a outras fontes de radiação UV – deve-se evitar a exposição ao sol do meio do meio da manhã até ao fim da tarde
  • proteger-se da radiação UV reflectida pela areia, água, neve e gelo, sendo que esta radiação pode atravessar roupas finas, pára-brisas, janelas e nuvens.
  • usar roupa com mangas e pernas compridas de tecido forte, um chapéu de aba larga e óculos de sol que absorvam as radiações UV
  • Utilizar loções com protector solar com factor mínimo de 15 – apesar do uso destes protectores, deve ser evitada a exposição prolongada ao sol.
  • Não utilizar o uso de lâmpadas ultravioletas e de solários.

 

 

Alergias e intolerâncias alimentares

O QUE SÃO ALERGIAS E INTOLERÂNCIAS ALIMENTARES

As Alergias alimentares são uma reacção alérgica do sistema imunológico contra um determinado alimento considerado inofensivo para a maioria das pessoas.

A Intolerância Alimentar consiste numa reacção adversa ao alimento que não envolve o sistema imunológico. Frequentemente resulta de alterações ou distúrbios do metabolismo do alimento. Neste caso, as reacções não têm o mesmo potencial de gravidade da reacção alérgica e os sintomas desenvolvem-se com maior frequência ao nível gastro-intestinal.

Os principais alergénios são:

  • Leite de origem animal e derivados
  • Ovo
  • Mariscos e moluscos
  • Peixe
  • Amendoim e frutos secos de casca rija (por ex. noz, amêndoa, pistácio, pinhão)
  • Cereais com glúten (trigo, centeio, cevada)
  • Soja

 

SINTOMAS

Na Intolerância Alimentar os principais sintomas são:

  • Gases, cólicas, inchaço abdominal, flatulência, azia
  • Dores de cabeça
  • Mal-estar geral

Nas alergias os sintomas, aparecem de forma muito rápida e no limite podem causar risco de vida (em caso de anafilaxia alimentar). São:

  • Erupção cutânea, urticária (pode ser por todo o corpo), inchaços e comichão. Estes sintomas regra geral manifestam-se muito rapidamente, imediatamente após a ingestão ou contacto com o alimento
  • Olhos lacrimejantes e espirros
  • Dificuldade respiratória
  • Descida repentina da tensão arterial

TRATAMENTO

Para além da ausência de consumo do alimento, ou ingrediente, ou alimentos de cuja composição o ingrediente faça parte, em caso de reacção é utilizada medicação anti-histamínica e, por vezes, corticóide.

Para os casos mais graves, em que possa existir risco de vida, pode ser utilizada uma “caneta” de adrenalina/epinefrina auto-injectável, que permite iniciar rapidamente o tratamento de emergência.

Faça as suas análises no conforto de sua casa, com a MyNurse : profissionais qualificados vão ao domicilio recolher as amostras biológicas e os resultados são-lhe enviados por e-mail com a maior brevidade possível.

Diabetes: o que é, sintomas e tratamento

O QUE É A DIABETES?

A diabetes é uma doença crónica caracterizada pela produção insuficiente de insulina, ou por uma incapacidade do corpo em utilizá-la.

A insulina (hormona) controla a entrada da glucose para as células do corpo e quando esta é insuficiente ou não é usada como deveria, a glicose acumula-se no sangue em vez de entrar nas células e estas não conseguem funcionar correctamente.

Existem os seguintes tipos de diabetes:

  • Diabetes Tipo 1 – também conhecida como Diabetes Insulino-Dependente é mais rara e atinge na maior parte das vezes crianças ou jovens, embora possa também aparecer em adultos e até em idosos. Neste tipo de diabetes as células do pâncreas deixam de produzir insulina pois existe uma destruição maciça destas células produtoras. As causas desta diabetes não são, ainda, plenamente conhecidas. Sabe-se, no entanto, que é o próprio sistema imunitário da pessoa com Diabetes, que ataca e destrói aquelas células.
  • Diabetes Tipo 2 – É o tipo mais comum da diabetes e é causada por um problema no metabolismo da diabetes. Verifica-se quando há um défice de insulina e resistência à insulina, o que implica a necessidade de uma maior quantidade de insulina para a mesma quantidade de glicose no sangue. À medida que o tempo passa, o organismo vai tendo maior dificuldade em compensar este desequilíbrio e os níveis de glicose sobem. Os principais factores de risco deste tipo de diabetes são
    • Obesidade
    • Sedentarismo
    • Predisposição genética
  • Diabetes Gestacional – surge em grávidas que não tinham Diabetes antes da gravidez e, habitualmente, desaparece quando esta termina.
  • Outros tipos de Diabetes – São pouco frequentes e são geralmente causados por alterações /defeitos nas células beta, alterações na acção da insulina, doenças do pâncreas, endocrinopatias diversas.

SINTOMAS DA DIABETES

Os sintomas da diabetes estão directamente relacionados com as quantidades de açúcar no sangue.

Na Hiperglicemia – quando os níveis de açúcar aumentam, os sintomas podem ser:

  • Visão turva
  • Sensação de boca seca
  • Sudação excessiva
  • Cansaço
  • Comichão por todo o corpo (com maior incidência na zona genital)
  • Sede constante e intensa
  • Apetite incontrolável
  • Urinar com muita frequência

Na Hipoglicemia – quando os níveis de açúcar diminuem, os sintomas são:

  • Tremores
  • Palidez
  • Palpitações
  • Formigueiros nos lábios e na língua
  • Dificuldade em raciocinar
  • Perda de consciência
  • Coma

TRATAMENTO DA DIABETES

A Diabetes não tem cura. O objectivo principal do tratamento é pois o controlo da glicémia.

Na Diabetes tipo 1, a administração da insulina (subcutânea) é imediatamente necessária após o diagnóstico, dado que esta hormona, essencial para a vida, tem por função fazer com que o açúcar existente no sangue seja aproveitado para dar energia.

A diabetes tipo 2, numa fase inicial pode ser controlada com alimentação saudável e equilibrada e exercício físico. No entanto, com o decorrer dos anos o organismo vai perdendo a capacidade de produzir insulina, e torna-se necessário o recurso a medicação, e eventualmente a insulinoterapia.

Uma alimentação saudável e equilibrada faz parte do tratamento das pessoas com diabetes. A redução da ingestão de gordura e sal e o aumento da ingestão de fibra, são pois essenciais.

Para além de uma alimentação saudável, o exercício físico é também essencial, não só porque

  • Melhora a saúde cardiovascular;
  • Fortalece os músculos das costas proporcionando um melhor suporte à sua coluna vertebral;
  • Ativa a circulação. O exercício dilata os vasos sanguíneos fazendo com que chegue mais sangue a todo o corpo;
  • Diminui a sua tensão arterial, que é um dos factores que mais predispõe a complicações cardiovasculares graves;
  • Ajuda na perda de peso,  o exercício físico, aliado a uma alimentação saudável, é a forma mais eficaz de perder peso;
  • Melhora o humor e a auto confiança, durante o exercício são libertadas hormonas responsáveis pela sensação de bem estar. Vai sentir-se mais bem disposto e verá a qualidade do seu sono melhorar.

Como também estimula a produção de insulina e facilita o seu transporte para as células, efectivamente quando se faz exercício o pâncreas é estimulado a produzir insulina e, por outro lado, ao exercitar os músculos, estes usam a energia, impedindo-se assim que a glicose (fonte da energia) se acumule no sangue e aumente a glicemia.

Para acompanhamento de doentes de diabetes, para análises clínicas ao domicilio, para administração de medicação, fisioterapia, ou outro tipo de apoio domiciliário relacionado com a diabetes, consulte a MyNurse

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