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Bem-estar

Hoje escrevemos sobre um conceito muito ouvido hoje em dia em todos os contextos das nossas vidas: o Bem-estar. Durante vários anos, a Qualidade de Vida e o Bem-estar eram tidos como sinónimos, sendo ainda actualmente complicado separar estes dois conceitos. (MENOITA, 2015)

Segundo WOUNDS INTERNATIONAL (2012), o “bem-estar é uma matriz dinâmica de factores, incluindo factores físicos, sociais, psicológicos e espirituais. (…) É inerentemente individual, varia ao longo do tempo, é influenciado pela cultura (…).” De acordo também com este consenso internacional, o Bem-estar é constituído por quatro domínios que se interrelacionam entre si e caracteriza-se por uma disposição individual para a realização e satisfação dos mesmos.

A MyNurse reúne muitos profissionais de saúde com os quais pode contar para assegurar o seu Bem-estar. Um consulta de psicologia pode dar início a uma processo aumento de Bem-estar mental. Um cuidador pode ajudar no desempenho de actividades da vida diária.

Saiba em www.mynurse.pt

 

Como se transmite uma infecção?

A infeção é a invasão de um hospedeiro susceptível por agentes patogénicos, ou microorganismos, resultando em doença.

Os principais agentes infecciosos são as bactérias, os vírus, fungos e protozoários.

Ocorre doença ou infeção, apenas, quando os agentes patogénicos se multiplicam e alteram a função tecidual normal. Quando a doença infecciosa é passível de transmissão directa, de uma pessoa para outra, diz-se que é contagiosa ou então que é um doença transmissível (Jackson e Tweeten, 2000, adapt).

 

Neste Inverno a My Nurse aconselha a que esteja atento a estas formas de transmissão de doenças. Como já diz o ditado, “mais vale prevenir que remediar!” Caso seja necessário remediar, pode sempre contar com os vários profissionais qualificados para o ajudarem no processo de cura mesmo no quentinho de sua casa. Conte com a My Nurse e saiba mais em www.mynurse.pt

Fui diagnosticado. E agora? Sentimento de raiva

Numa série de pequenos artigos sobre a adaptação à doença, a MyNurse publicou a semana passada um artigo sobre a primeira fase que pode ler aqui

A segunda fase da adpatação à doença após o diagnóstico é o

Sentimento de raiva

O sentimento que aparece a seguir é a raiva. Com a notícia do diagnóstico, a pessoa tende a responsabilizar terceiros pelo que lhe está a acontecer, queixa-se frequentemente e, neste caso, o mais indicado será não contradizer, mas ouvir as preocupações.

Nesta fase, a pessoa ainda não está preparada para enfrentar o futuro nem para ouvir as incertezas que a notícia da doença lhe trouxe. Precisa apenas de ter uma oportunidade para se sentir ouvida e acarinhada. Aqui ficam algumas pistas sobre como melhor ajudar:

  • Faça um convite para irem dar um passeio a um local tranquilo.
  • Desligue o telemóvel, demonstrando que está inteiramente disponível para ouvir.
  • Faça entender que o estar ali, perto dela não é uma perda de tempo.
  • Proponha receber a visita de um psicólogo ou de um enfermeiro em casa para poder discutir e apresentar as suas preocupações e opções disponíveis.

Na MyNurse, pode encontrar profissionais de sáude que estão disponíveis para esclarecimentos e realizar acompanhamento desta fase de adaptação à doença. Saiba mais em www.mynurse.pt 

Fui diagnosticado. E agora?

Quando algum de nós recebe a notícia do diagnóstico de uma doença, seja ela qual for, atravessa um período de adpatação que é natural ao processo de aceitação da doença.

Conhece alguém nesta situação? Não sabe como ajudar? A MyNurse decidiu publicar uma série de pequenos artigos em que apresenta algumas dicas que podem ser úteis para ajudar quem recebe um diagnóstico de doença.

 

 

 

 

Começamos pela Primeira fase da adpatação à doença após o diagnóstico que é a da

Negação ou incredulidade

Quando alguém que nos é querido recebe uma notícia destas, por vezes podemos observar algum comportamento típico de negação ou até de incredulidade. A pessoa não acredita que foi a si que lhe foi diagnosticada a doença, por vezes até pode comportar-se como se nada se tivesse passado. Pode evitar falar sobre o assunto, não se queixar. Pode até suprimir e distorcer todas as informações que não tenham sido apresentadas de forma clara.

O que podemos fazer? Nestas alturas é importante mostrar apoioempatia e procurar junto de um enfermeiro esclarecimentos pormenorizados de todos os procedimentos. Deve mostrar que está disponível só para o ouvir.

Na MyNurse sabemos o difícil que é ter de fazer este apoio sozinho, por isso temos enfermeiros disponíveis que fazem visitas ao domícilio e com quem pode sempre contar. Saiba mais em www.mynurse.pt  Estamos presentes em todas as fases da vida. Visite-nos em www.mynurse.pt

 

 

Consultas de vigilância na gravidez

 

A gravidez não é uma doença, no entanto, o Programa Nacional para a Vigilância da Gravidez de baixo risco aconselha que as grávidas sejam seguidas por um médico obstetra segundo o seguinte plano de consultas:

Se a sua gravidez se prolongar para além das 40 semanas, passará a ter consultas semanais para avaliação do bem-estar fetal e do estado da placenta.

O seu médico vai prescrever análises que têm como objetivo rastrear, prevenir ou tratar situações passíveis de colocar em risco a saúde materna e/ou fetal ou perinatal.

Através da MyNurse, pode realizar estas análises em casa. Basta um clique e, sem ter de sair de casa, as colheitas são realizadas e chegam até si via email.

Visite o nosso site para mais informações www.mynurse.pt

 

Hemodiálise

O QUE É A HEMODIÁLISE?

A hemodiálise é uma das formas de tratamento da insuficiência renal. Através da hemodiálise eliminam-se os resíduos tóxicos do sangue, quando os rins deixam de ser capazes de assegurar essa função e que é realizado até ao final da vida ou até que seja efectuado um transplante renal.

COMO FUNCIONA

Durante a hemodiálise, o sangue passa por um filtro especial chamado “dialisador”, antes de ser devolvido ao organismo. O dialisador é composto por muitas fibras minúsculas (tubos), dentro das quais o sangue circula. Cada fibra tem poros nas suas paredes. Um fluido especial, chamado solução de diálise, flui à volta das fibras, purificando o sangue. No entanto esta solução não entra em contacto directo com o sangue. Através dos poros das fibras minúsculas, a água e os resíduos tóxicos em excesso saem do sangue, em direcção à solução de diálise. O sangue purificado regressa ao organismo, enquanto que a solução de diálise é eliminada.

QUANDO E QUANTO TEMPO DURA

A hemodiálise é um tratamento que é efectuado de forma regular. Os tratamentos mais frequentes ou mais prolongados estão associados a melhores resultados para a sua saúde. Em regra, serão feitos entre 3 a 6 tratamentos por semana. Cada sessão poderá demorar em média 4 a 5 horas.

ONDE PODE FAZER

Pode-se optar por vários locais para fazer a hemodiálise:

  • Em casa – com a vantagem de poder escolher o melhor horário para fazer o seu tratamento, podendo até realizar a diálise durante a noite, em que o tratamento é feito durante o sono. Outra vantagem de fazer em casa é o aumento da frequência, o que representa um beneficio para a saúde.  No entanto, em casa será necessário instalar canalizações especiais, ter a máquina ou monitor de hemodiálise, todos os materiais necessários e aprender a fazer o seu tratamento. Enfermeiros ao domicilio poderão dar numa fase inicial não só toda a formação necessária, como inclusivamente poderão monitorar de forma constante todas as sessões de tratamento.
  • Unidade de diálise – geralmente, estas unidades encontram-se na comunidade e têm uma equipa de enfermagem que dá apoio nas sessões de tratamentos.
  • Hospital ou clínica de diálise – esta opção destina-se a quem necessita de apoio médico adicional, sendo ainda em Portugal a forma mais frequente. No hospital ou nas clinicas de diálise, a programação é fixa e regular, geralmente três vezes por semana, sendo que o horário do tratamento depende do Hospital ou da clínica.

SINTOMAS

É natural que durante ou depois das sessões se possam sentir os seguintes sintomas:

  • Indisposição
  • Tonturas
  • Cansaço
  • Fraqueza
  • Cãibras musculares

Estes sintomas são geralmente provocados pela rápida remoção rápida de uma grande quantidade de líquidos, que resulta numa descida da tensão arterial. No entanto podem ser reduzidos se o tratamento durar mais horas e for feito mais frequentemente, nomeadamente quando a hemodiálise é feita em casa e sobretudo se for feita durante o período de sono.

ACESSO VASCULAR

Importa ainda referir que será necessário criar o acesso vascular à corrente sanguínea, o que pressupõe uma pequena cirurgia, geralmente feita em ambulatório.

São três os tipos de acessos vasculares:

  • Fístula: junção entre uma das artérias e uma veia. A veia aumenta de tamanho e passa a ser a zona que recebe as agulhas para a realização da hemodiálise. Geralmente, a fístula localiza-se na parte superior ou inferior do membro superior ou, raramente, no membro inferior.
  • Prótese: tubo material macio colocado entre uma das artérias e uma veia.
  • Cateter: tubo especial, normalmente temporário, colocado numa veia de grande calibre, até que a fístula ou a prótese estejam prontas a ser utilizadas. O cateter pode ser usado imediatamente.

A fim de prevenir infecções terá de ser feita uma boa higiene do acesso criado.

MyNurse tem ao seu dispor enfermeiros ao domicilio com experiência para o ajudar com a diálise. Também os auxiliares MyNurse poderão prestar ajuda aos doentes e familiares de doentes que fazem este tipo de tratamento. Contacte-nos em www.mynurse.pt

 

O CANCRO – O QUE É?

Muitas vezes ouvimos a palavra cancro, mas nem sempre sabemos exactamente do que estamos a falar.

Numas breves notas, tentamos resumir alguns conceitos básicos sobre Cancro.

O cancro é a proliferação anormal de células. Tem início nas células, e dá-se quando o processo de formação, envelhecimento e substituição das células corre mal, ou seja, quando se formam células novas, sem que o organismo necessite e, ao mesmo tempo, as células velhas não morrem. Este conjunto de células extra forma um tumor.

Só os tumores malignos são cancro. As células dos tumores malignos podem invadir e danificar os tecidos e órgãos circundantes, podem, ainda, libertar-se do tumor primitivo e entrar na corrente sanguínea ou no sistema linfático – este é o processo de metastização das células cancerígenas, a partir do cancro original, formando novos tumores noutros órgãos.

Os sintomas podem ser muito diversos, tal como:

  • Espessamento, massa ou “uma elevação” na mama, ou em qualquer outra parte do corpo
  • Aparecimento de um sinal novo, ou alteração num sinal já existente.
  • Ferida que não passa, ou seja, cuja cicatrização não acontece.
  • Rouquidão ou tosse que não desaparece.
  • Alterações relevantes na rotina intestinal ou da bexiga.
  • Desconforto depois de comer.
  • Dificuldade de engolir.
  • Ganho ou perda de peso, sem motivo aparente.
  • Sangramento ou qualquer secreção anormal.
  • Sensação de fraqueza ou extremo cansaço.

O tratamento do cancro depende do estadio da doença, da idade do doente e do seu estado geral de saúde e o objectivo é curar a pessoa do cancro, ou controlar a doença ou pelo menos reduzir os sintomas, durante o maior período de tempo possível.

O plano de tratamento pode ser alterado ao longo do tempo. A maioria dos planos de tratamento inclui:

  • Cirurgia
  • Radioterapia
  • Quimioterapia

Alguns planos envolvem terapêutica hormonal ou biológica. Adicionalmente, pode ser usado o transplante de células estaminais (indiferenciadas), para que o doente possa receber doses muito elevadas de quimioterapia ou radioterapia.

A terapêutica local, cirurgia e radioterapia, remove, ou destrói, as células do tumor, apenas numa parte específica do corpo.

A terapêutica sistémica, ou seja a quimioterapia, a terapêutica hormonal e a imunoterapia, “entra” na corrente sanguínea e “destrói”, ou controla, o cancro, em todo o corpo: mata ou, pelo menos desacelera, o crescimento das células cancerígenas que possam ter metastizado, para além do tumor original.

Dado que o tratamento do cancro pode danificar as células e tecidos saudáveis, surgem os efeitos secundários. Alguns efeitos secundários específicos dependem, principalmente, do tipo de tratamento e sua extensão. Os efeitos secundários podem não ser os mesmos em todas as pessoas, independentemente de estarem a fazer o mesmo tratamento, sendo que os efeitos secundários sentidos numa sessão de tratamento podem mudar na sessão seguinte.

Adicionalmente, em qualquer estadio da doença, podem também ser administrados medicamentos para controlar a dor e outros sintomas do cancro, bem como para aliviar os possíveis efeitos secundários do tratamento. Estes tratamentos são designados como tratamentos de suporte, para controlo dos sintomas ou cuidados paliativos. Quando se fala em cuidados paliativos, estamos a pressupor uma resposta activa aos problemas decorrentes da doença prolongada, incurável e progressiva, na tentativa de prevenir o sofrimento que a doença gera.

A MyNurse disponibiliza através da sua plataforma enfermeiros, auxiliares e uma equipa de cuidados paliativos que poderão assegurar os melhores cuidados no conforto de sua casa. A primeira consulta de cuidados paliativos é gratuita e sem compromisso.

Obrigada!

 

Sempre tive especial curiosidade pela segunda ou terceira folha de cada livro: aquela onde vem a dedicatória e os agradecimentos. Sou de opinião que muito melhor estaria o mundo se todos aceitássemos os efeitos profilácticos do agradecimento como um dado adquirido e tornássemos o agradecimento uma prática corrente.

Por isso mesmo, aqui estou eu, hoje, no fim de um programa de aceleração, a fazer um ponto de situação com os meus agradecimentos a todos os que permitem e permitiram que a MyNurse chegasse aqui, onde se encontra. Não perceber que o mundo das startups é um mundo de altos e baixos, muitos baixos, mas que no fim do dia, depende muito de confiança e ajudas, de entreajuda, de pessoas que acreditam em nós e de trabalho de equipa é não perceber absolutamente nada deste mundo.

Sim, há unicórnios e há negócios muito lucrativos, mas há também muitos imponderáveis e muito de trabalho árduo, a que alguns acabam por chamar sorte.

Os primeiros agradecimentos são aos meus filhos, que me acompanham, que mesmo às vezes não compreendendo, aceitam e caminham ao meu lado nesta aventura – sem o consentimento deles eu não tinha entrado na aventura MyNurse desde o principio – eles são o principal motivo e também os mais orgulhosos fãs do meu percurso empreendedor. São também os que mais sacrifícios fazem, pois juntos ambos prescindimos de tempo em família para poder lutar por este sonho. Ao Miguel e aos meus pais, pelo suporte que têm sido. A família acaba sempre por ter de embarcar na aventura, seja porque escolhem participar, seja porque escolhem apenas apoiar na retaguarda. Ao meu irmão, muito obrigada pela disponibilidade e ajuda. E à minha sobrinha Matilde, obrigada pelas gargalhadas e abraços – são muito importantes! De todos tenho muitas saudades, todos os dias!

Os segundos agradecimentos são à equipa, com quem trabalho todos os dias: a Helena, a Elizabete, o Sebastião, o João e o Pedro. É deles a maior parte do mérito. Sem cada um deles, eu não podia sequer pensar em exercer o meu trabalho. Um dia, um único dia sem um deles, é um caos. Acreditem. Muito obrigada pela dedicação, pela boa disposição, pelo espírito aventureiro, pela capacidade de aprendizagem e pela consistência. São deles estas qualidades.  E mais uma: capacidade de me aturarem… não é fácil e eu sei disso.

À Mariana e à Ensaio de Cor, obrigada pelas ajudas com a imagem e a comunicação, pelos conselhos e iniciativa. Fazem-nos por gosto e com empenho. Também eles acreditam em mim e no projecto.

Os terceiros são agradecimentos muitíssimo importantes para quem dança esta dança das startups: Investidores. Há bons, há muito bons, há maus e há péssimos. Eu tenho a sorte e a graça de ter, à data de hoje, na MyNurse, muito bons investidores: aqueles com quem reúno todas as semanas, religiosamente, nesta fase. São suporte, são rede, são conselho. E para que se faça alguma justiça, é preciso sublinhar tantas vezes quantas forem necessárias: bons investidores são poucos, muito bons são raros. Ao Pedro, que me acompanha desde o início, devo toda a consistência do projecto, é o meu maior apoio. Ao João (sim, há várias Marias na terra!) devo a persistência, é quem me dá na cabeça mas eleva, testa limites, transmite resiliência. Obrigada por acreditares no projecto desde o inicio. Obrigada à Alexandra, ao Zé, à Paula e ao Nuno e claro, ao Marco, pela confiança. São também eles aventureiros e lutadores, obreiros desta causa. Os meus mais recentes investidores são espectaculares e tive a sorte de os conhecer por skype, e após várias entrevistas, conhecermo-nos pessoalmente aqui nos Estados Unidos: a Jackie Wilmot e o Robert Saunders são a minha família americana – Hoje como no primeiro dia em que aterrei e a Jackie estava à minha espera com sacos e cestos de comida, mobília, etc. para nos fazer sentir em casa. Mas depois de meses juntos, reuniões diárias, reuniões semanais e viagens em conjunto, posso dizer que nunca poderia ter imaginado que existissem investidores/mentores com este grau de envolvimento com as equipas que escolhem. É impressionante e estou-lhes muito agradecida por toda a aprendizagem. São exemplo e deveriam ser paradigma de Aceleração.

Os quartos agradecimentos são para, sem dúvida, o grupo mais importante de todos numa startup: os nossos prestadores e os nossos clientes. São eles que devem motivar qualquer fundador. São a causa e são o fim para o qual a startup nasceu. Eles possibilitam-nos ver o sonho tornar-se realidade. É importante nunca esquecer este ponto: as startups, como as empresas, não nascem para alimentar egos nem para fazer milionários, nascem para resolver um problema, para arranjar uma solução.

Por último, mas não menos importante, aos amigos, conhecidos, aos que se cruzam no meu e no nosso caminho: obrigada pelo estímulo, confiança e muitas vezes crítica. É radicalmente importante a vossa presença. Cada palavra é alento. Faz-nos continuar, faz-nos aprender e faz-nos recomeçar, todos os dias.

Obrigada!

Marta

 

Alguns cuidados a ter com o calor!

Com a chegada do calor, deixamos aqui alguns cuidados a ter com as temperaturas elevadas para atenuar os efeitos do calor na saúde:

1-Procurar ambientes frescos ou climatizados mesmo durante a noite. Evitar a exposição direta ao sol, principalmente entre as 11h e as 18h.

2-Aumentar a ingestão de água ou de sumos de fruta natural mesmo durante a noite. Evitar o consumo de bebidas alcoólicas.

3-Dar atenção especial a grupos mais vulneráveis ao calor – doentes crónicos, idosos, crianças, grávidas e trabalhadores com atividades no exterior.

4-Doentes crónicos ou sujeitos a dieta com restrição de líquidos devem seguir as recomendações do médico assistente ou da Linha 808 24 24 24.

5-Assegurar que as crianças consomem frequentemente água ou sumos de fruta natural e que permanecem em ambiente fresco. As crianças com menos de seis meses não devem estar sujeitas a exposição solar, direta ou indireta.

6-Visitar e acompanhar os idosos, em especial os que vivem isolados. Assegurar a sua correta hidratação e permanência em ambiente fresco. As mesmas medidas devem ser aplicadas com as crianças. Ambos podem entrar numa situação de desidratação rapidamente.

7-As grávidas deverão ter cuidados especiais: moderar a atividade física, evitar a exposição direta ou indireta ao sol e garantir ingestão frequente de líquidos.

8-Utilizar protetor solar com fator igual ou superior a 30 e renovar a sua aplicação de duas em duas horas e após os banhos na praia ou piscina, que não devem ser frequentadas entre as 11h e as 17h.

9-Evitar atividades que exijam grandes esforços físicos, nomeadamente laborais, desportivos e de lazer no exterior.

10-Utilizar roupa solta, opaca e que cubra a maior parte do corpo, chapéu de abas largas e óculos de sol com proteção ultravioleta. Escolher horas de menor calor para viajar de carro. Não permanecer dentro de viaturas estacionadas e expostas ao sol.

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Em caso de necessidade de acompanhamento, visita por enfermeiro que possa prestar estas informações e ajudar a esclarecer dúvidas, marque uma visita AQUI! A Mynurse vai a sua casa em todo o país!

 

Esclerose Múltipla

O QUE É A ESCLEROSE MÚLTIPLA?

Doença crónica, inflamatória, desmielinizante e degenerativa que afecta o Sistema Nervoso Central (SNC).  Surge frequentemente entre os 20 e os 40 anos de idade, ou seja, entre os jovens adultos. Afecta com maior incidência as mulheres do que os homens. É uma doença auto-imune, na qual o sistema imunitário não tem capacidade de diferenciar as células do seu próprio corpo de células estranhas a ele, acabando assim por destruir os seus próprios tecidos, nomeadamente a mielina, que é uma camada de gordura protectora das fibras nervosas, que tem por função auxiliar a transmissão de informação ao longo do corpo humano.

Há 3 tipos de esclerose múltipla:

  • Esclerose Múltipla Recidivante Remitente (EMRR) que é a forma mais comum, em que os indivíduos apresentam surtos e voltam ao seu estado normal. Durante os surtos os sintomas desenvolvem-se nos primeiros dias, permanecem constantes durante algum tempo e acabam por cessar ao fim de cerca de um mês.
  • Esclerose Múltipla Secundária Progressiva (EMSP), que pode desenvolver-se por um período de 10 a 15 anos. Vai-se dando um acréscimo progressivo e constante da incapacidade e dos sintomas cuja recuperação após os surtos não é total.
  • Esclerose Múltipla Primária Progressiva (EMPP), que aparece mais tarde (regra geral depois dos 40 anos). Esta forma não tem surtos. O que há é um agravamento dos sintomas de forma constante desde o inicio, e um aumento gradual da incapacidade.

SINTOMAS DA ESCLEROSE MÚLTIPLA

Os sintomas associados à Esclerose Múltipla não são constantes nem quanto à sua frequência, nem gravidade, variando de acordo com o local lesado no Sistema Nervoso Central. Os principais sintomas são:

  • Parestesias (alterações da sensibilidade);
  • Alterações visuais, nomeadamente a neurite óptica, que é uma inflamação do nervo óptico;
  • Alterações de equilíbrio e coordenação motora;
  • Disartria (alterações da fala e da articulação verbal);
  • Alterações motoras e espasticidade;
  • Alterações urinárias;
  • Fadiga;
  • Alterações psicológicas e cognitivas.

TRATAMENTO DA ESCLEROSE MÚLTIPLA

Apesar da Esclerose Múltipla não ter cura, já existem tratamentos com medicamentos que podem ser divididos em três grandes grupos:

  • Medicamentos que alteram o curso da doença, dado que reduzem a actividade das células do sistema imunitário, responsáveis pelo ataque que o corpo faz ao sistema imunitário, e ao sistema nervoso central, atenuando os efeitos dos processos imunológicos danificados.
  • Medicamentos que tratam os surtos agudos aliviando os sintomas.
  • Medicamentos que tratam sintomas específicos.

Há vários tipos de tratamentos:

  • Tratamento com medicamentos imunomodeladores;
  • Tratamento com medicamentos imunossupressores;
  • Tratamento com corticosteróides;
  • Tratamento sintomático;
  • Tratamento de espasticidade;
  • Tratamento da ataxia ou falta de coordenação;
  • Tratamento da fadiga devida à Esclerose Múltipla;
  • Tratamento da depressão;
  • Tratamento das alterações urinárias.

NECESSIDADES ESPECÍFICAS

Numa fase de maior incapacidade poderá ser necessário recorrer à ajuda de profissionais qualificados, como cuidadores, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas. Um plano paliativo pode melhorar substancialmente a qualidade de vida do doente, de forma a minimizar o impacto da doença no seu dia-a-dia e evitar maiores descompensações ou descompensações acentuadas e inesperadas. Para os vários tipos de ajuda, consulte www.mynurse.pt, ou peça informações adicionais através de geral@mynurse.pt, ou pelo 911 032 296. A primeira consulta médica é gratuita.