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Fui diagnosticado. E agora? A Aceitação

Para terminar a série de posts acerca do processo de aceitação da doença, temos a última fase. A Aceitação.

Já sendo capaz de admitir que a doença existe, a pessoa procura obter informação, esforçando-se por ser autónoma. É um recomeço. Desta forma, nesta etapa, a família e os amigos são peças fundamentais na adaptação às novas rotinas.

Procurem juntos um enfermeiro que esteja presente e que vá acompanhando o processo de aprendizagem e adaptação, esclarecendo dúvidas, resolvendo pequenos problemas que podem vir a aparecer ao longo do caminho.

Não há dúvidas que, quando nos sentimos acompanhados, é muito mais fácil recomeçar. Nunca se esqueça disso. A sua saúde é preciosa, a saúde dos seus familiares e amigos é preciosa. Não perca a oportunidade de acompanhar alguém neste caminho de aceitar a doença. A sua presença pode fazer a diferença neste processo.

A aceitação da doença reflecte a vontade de enfrentar as suas implicações e para isto pode contar com profissionais diferenciados na MyNurse que pode dar todo o apoio necessário no conforto de sua casa. Saiba mais em www.mynurse.pt

 

 

 

Fui diagnosticado. E agora? Sentimento de raiva

Numa série de pequenos artigos sobre a adaptação à doença, a MyNurse publicou a semana passada um artigo sobre a primeira fase que pode ler aqui

A segunda fase da adpatação à doença após o diagnóstico é o

Sentimento de raiva

O sentimento que aparece a seguir é a raiva. Com a notícia do diagnóstico, a pessoa tende a responsabilizar terceiros pelo que lhe está a acontecer, queixa-se frequentemente e, neste caso, o mais indicado será não contradizer, mas ouvir as preocupações.

Nesta fase, a pessoa ainda não está preparada para enfrentar o futuro nem para ouvir as incertezas que a notícia da doença lhe trouxe. Precisa apenas de ter uma oportunidade para se sentir ouvida e acarinhada. Aqui ficam algumas pistas sobre como melhor ajudar:

  • Faça um convite para irem dar um passeio a um local tranquilo.
  • Desligue o telemóvel, demonstrando que está inteiramente disponível para ouvir.
  • Faça entender que o estar ali, perto dela não é uma perda de tempo.
  • Proponha receber a visita de um psicólogo ou de um enfermeiro em casa para poder discutir e apresentar as suas preocupações e opções disponíveis.

Na MyNurse, pode encontrar profissionais de sáude que estão disponíveis para esclarecimentos e realizar acompanhamento desta fase de adaptação à doença. Saiba mais em www.mynurse.pt 

Fui diagnosticado. E agora?

Quando algum de nós recebe a notícia do diagnóstico de uma doença, seja ela qual for, atravessa um período de adpatação que é natural ao processo de aceitação da doença.

Conhece alguém nesta situação? Não sabe como ajudar? A MyNurse decidiu publicar uma série de pequenos artigos em que apresenta algumas dicas que podem ser úteis para ajudar quem recebe um diagnóstico de doença.

 

 

 

 

Começamos pela Primeira fase da adpatação à doença após o diagnóstico que é a da

Negação ou incredulidade

Quando alguém que nos é querido recebe uma notícia destas, por vezes podemos observar algum comportamento típico de negação ou até de incredulidade. A pessoa não acredita que foi a si que lhe foi diagnosticada a doença, por vezes até pode comportar-se como se nada se tivesse passado. Pode evitar falar sobre o assunto, não se queixar. Pode até suprimir e distorcer todas as informações que não tenham sido apresentadas de forma clara.

O que podemos fazer? Nestas alturas é importante mostrar apoioempatia e procurar junto de um enfermeiro esclarecimentos pormenorizados de todos os procedimentos. Deve mostrar que está disponível só para o ouvir.

Na MyNurse sabemos o difícil que é ter de fazer este apoio sozinho, por isso temos enfermeiros disponíveis que fazem visitas ao domícilio e com quem pode sempre contar. Saiba mais em www.mynurse.pt  Estamos presentes em todas as fases da vida. Visite-nos em www.mynurse.pt

 

 

Consultas de vigilância na gravidez

 

A gravidez não é uma doença, no entanto, o Programa Nacional para a Vigilância da Gravidez de baixo risco aconselha que as grávidas sejam seguidas por um médico obstetra segundo o seguinte plano de consultas:

Se a sua gravidez se prolongar para além das 40 semanas, passará a ter consultas semanais para avaliação do bem-estar fetal e do estado da placenta.

O seu médico vai prescrever análises que têm como objetivo rastrear, prevenir ou tratar situações passíveis de colocar em risco a saúde materna e/ou fetal ou perinatal.

Através da MyNurse, pode realizar estas análises em casa. Basta um clique e, sem ter de sair de casa, as colheitas são realizadas e chegam até si via email.

Visite o nosso site para mais informações www.mynurse.pt

 

Hemodiálise

O QUE É A HEMODIÁLISE?

A hemodiálise é uma das formas de tratamento da insuficiência renal. Através da hemodiálise eliminam-se os resíduos tóxicos do sangue, quando os rins deixam de ser capazes de assegurar essa função e que é realizado até ao final da vida ou até que seja efectuado um transplante renal.

COMO FUNCIONA

Durante a hemodiálise, o sangue passa por um filtro especial chamado “dialisador”, antes de ser devolvido ao organismo. O dialisador é composto por muitas fibras minúsculas (tubos), dentro das quais o sangue circula. Cada fibra tem poros nas suas paredes. Um fluido especial, chamado solução de diálise, flui à volta das fibras, purificando o sangue. No entanto esta solução não entra em contacto directo com o sangue. Através dos poros das fibras minúsculas, a água e os resíduos tóxicos em excesso saem do sangue, em direcção à solução de diálise. O sangue purificado regressa ao organismo, enquanto que a solução de diálise é eliminada.

QUANDO E QUANTO TEMPO DURA

A hemodiálise é um tratamento que é efectuado de forma regular. Os tratamentos mais frequentes ou mais prolongados estão associados a melhores resultados para a sua saúde. Em regra, serão feitos entre 3 a 6 tratamentos por semana. Cada sessão poderá demorar em média 4 a 5 horas.

ONDE PODE FAZER

Pode-se optar por vários locais para fazer a hemodiálise:

  • Em casa – com a vantagem de poder escolher o melhor horário para fazer o seu tratamento, podendo até realizar a diálise durante a noite, em que o tratamento é feito durante o sono. Outra vantagem de fazer em casa é o aumento da frequência, o que representa um beneficio para a saúde.  No entanto, em casa será necessário instalar canalizações especiais, ter a máquina ou monitor de hemodiálise, todos os materiais necessários e aprender a fazer o seu tratamento. Enfermeiros ao domicilio poderão dar numa fase inicial não só toda a formação necessária, como inclusivamente poderão monitorar de forma constante todas as sessões de tratamento.
  • Unidade de diálise – geralmente, estas unidades encontram-se na comunidade e têm uma equipa de enfermagem que dá apoio nas sessões de tratamentos.
  • Hospital ou clínica de diálise – esta opção destina-se a quem necessita de apoio médico adicional, sendo ainda em Portugal a forma mais frequente. No hospital ou nas clinicas de diálise, a programação é fixa e regular, geralmente três vezes por semana, sendo que o horário do tratamento depende do Hospital ou da clínica.

SINTOMAS

É natural que durante ou depois das sessões se possam sentir os seguintes sintomas:

  • Indisposição
  • Tonturas
  • Cansaço
  • Fraqueza
  • Cãibras musculares

Estes sintomas são geralmente provocados pela rápida remoção rápida de uma grande quantidade de líquidos, que resulta numa descida da tensão arterial. No entanto podem ser reduzidos se o tratamento durar mais horas e for feito mais frequentemente, nomeadamente quando a hemodiálise é feita em casa e sobretudo se for feita durante o período de sono.

ACESSO VASCULAR

Importa ainda referir que será necessário criar o acesso vascular à corrente sanguínea, o que pressupõe uma pequena cirurgia, geralmente feita em ambulatório.

São três os tipos de acessos vasculares:

  • Fístula: junção entre uma das artérias e uma veia. A veia aumenta de tamanho e passa a ser a zona que recebe as agulhas para a realização da hemodiálise. Geralmente, a fístula localiza-se na parte superior ou inferior do membro superior ou, raramente, no membro inferior.
  • Prótese: tubo material macio colocado entre uma das artérias e uma veia.
  • Cateter: tubo especial, normalmente temporário, colocado numa veia de grande calibre, até que a fístula ou a prótese estejam prontas a ser utilizadas. O cateter pode ser usado imediatamente.

A fim de prevenir infecções terá de ser feita uma boa higiene do acesso criado.

MyNurse tem ao seu dispor enfermeiros ao domicilio com experiência para o ajudar com a diálise. Também os auxiliares MyNurse poderão prestar ajuda aos doentes e familiares de doentes que fazem este tipo de tratamento. Contacte-nos em www.mynurse.pt

 

ALZHEIMER: O QUE É

 

Alzheimer é um tipo de demência que provoca uma deterioração global, progressiva e irreversível de diversas funções cognitivas, nomeadamente a memória, a atenção, a concentração, a linguagem e o pensamento. Esta deterioração tem como consequências alterações no comportamento, na personalidade e na capacidade funcional da pessoa, dificultando a realização das suas actividades de vida diária. Quando a pessoa perde uma capacidade, raramente consegue voltar a recuperá-la ou reaprendê-la.

 

SINTOMAS DO ALZHEIMER

Os sintomas podem ser muito subtis. Começam frequentemente por lapsos de memória e dificuldade em encontrar as palavras certas para objectos do quotidiano. Estes sintomas agravam-se à medida que as células cerebrais vão morrendo e a comunicação entre estas fica alterada. Alguns sintomas característicos são:

  • dificuldades de memória persistentes e frequentes, especialmente de acontecimentos recentes
  • discurso vago durante as conversações
  • perder entusiasmo na realização de actividades, anteriormente apreciadas
  • demorar mais tempo na realização de actividades de rotina
  • esquecer-se de pessoas ou lugares conhecidos
  • incapacidade para compreender questões e instruções
  • deterioração de competências sociais e imprevisibilidade emocional

 

TRATAMENTO

Até à presente data não existe cura para a Doença de Alzheimer. No entanto, existem algumas medicações que parecem permitir alguma estabilização do funcionamento cognitivo nas pessoas com esta doença, nas fases ligeira e moderada. Também pode ser prescrita medicação para sintomas secundários, como a inquietude e a depressão, ou para ajudar a dormir melhor.

Para além do tratamento farmacológico, há a intervenção não farmacológica cujo objectivo principal é a estimulação das capacidades cognitivas, com vista à sua maximização e ao bem-estar da pessoa, nomeadamente no que respeita à sua adaptação à doença.

 

NECESSIDADES ESPECIFICAS

Cuidar de alguém com Alzheimer pode ser muito difícil e desgastante, sobretudo por causa da dependência que esta doença acarreta, pelo que se torna necessário recorrer a cuidadores qualificados, que no mínimo assegurem as essenciais pausas regulares na prestação dos cuidados por parte das famílias.

Para acompanhamento de doentes com Alzheimer e ou outras doenças demenciais, administração de medicação, cuidados de higiene e conforto, fisioterapia, terapia ocupacional, ou outro tipo de apoio domiciliário relacionado com este tipo de doenças, consulte a MyNurse.

 

MYNURSE: SERVIÇO DE ANÁLISES CLÍNICAS – JÁ CONHECE?

 

A pensar nos nossos utilizadores aumentamos a nossa oferta de serviços ao domicílio com o serviço de Análises clinicas ao domicilio: sem ter de sair mais cedo de casa, sem ter de sair em jejum e sem ter de tomar pequeno-almoço na rua, uma equipa de profissionais vai a sua casa e faz a recolha de amostras de que necessita!

Poupa na deslocação, no pequeno-almoço fora de casa e pode agendar para o dia em que lhe for mais conveniente! Por apenas 5€ (6,15€ com IVA) não tem mais encargos adicionais, e paga apenas as análises ao preço da tabela do subsistema a que pertence. Com acordos com inúmeras seguradoras, ARS, ADSE, SAMS, PT, RNA, entre muitos outros, pode desfrutar da comodidade  e reserva de sua casa enquanto realiza os seus exames.

Este serviço está disponível apenas no distrito de Lisboa, na presente fase. Em breve contamos alargar a todo o país.

Peça já as suas primeiras análises ao domicílio aqui!

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A MyNurse a pensar em si!

Cancro de Pele

O QUE É O CANCRO DE PELE

Tem início nas células da pele, e dá-se quando o processo de formação, envelhecimento e substituição das células corre mal, ou seja, quando se formam células novas, sem que a pele tenha necessidade delas, e sem que as células envelhecidas morram quando deviam. Este excesso de células pode formar um tumor.

MELANOMA

O melanoma é o tipo de cancro da pele mais grave, que tem início nas células da pele, os melanócitos.

Os melanócitos produzem melanina, que é o pigmento que dá cor à pele. Quando a pele é exposta ao sol, os melanócitos produzem mais pigmento, fazendo com que a pele bronzeie, ou seja, escureça.

O melanoma surge quando os melanócitos se tornam malignos.

 

SINTOMAS DO CANCRO DE PELE

Muitas vezes, o primeiro sinal de melanoma é uma alteração no tamanho, forma, cor ou textura de um sinal já existente. A maioria dos melanomas apresenta uma zona preta ou preta-azulada; também pode surgir como um novo sinal: que pode ser preto, anómalo ou com “mau aspecto”.

O aspecto dos melanomas pode variar muito. O melanoma, numa fase inicial, pode ser detectado quando um sinal existente sofre ligeiras alterações como, por exemplo, quando se forma uma nova zona negra, ou aparecem pequenas crostas e ou comichão.

Para uma vigilância adequada deve ser feito o seguinte controlo

  • Assimetria: a forma de uma metade não coincide com a outra.
  • Bordos: as margens são geralmente irregulares, biseladas, parecendo borradas; o pigmento pode espalhar-se para a pele circundante.
  • Cor: a cor é desigual; pode apresentar sombras de preto, castanho e um tom bronzeado. Também podem ser observadas zonas de branco, cinzento, vermelho, rosa ou azul.
  • Diâmetro: existe uma alteração no tamanho, que geralmente aumenta. Os melanomas são, por norma, maiores do que a borracha de um lápis (5 milímetros).

 

TRATAMENTO

O tratamento do melanoma depende, principalmente, do estadio da doença, da idade e do estado de saúde geral da pessoa.

A cirurgia é o tratamento mais comum para o melanoma. É removido o tumor e algum tecido saudável em volta, para ter alguma margem de “segurança”. Desta forma reduz-se a probabilidade de ficarem células cancerígenas na zona do tumor.

Nos casos em que o melanoma está disseminado para outras partes do organismo, a cirurgia não é suficiente, pelo que poderão ter de ser usados outros métodos de tratamento, tais como a quimioterapia, a imunoterapia, ou a radioterapia.

 

CANCRO DA PELE NÃO MELANOMA

Os dois tipos de cancro de pele não-melanoma mais comuns são o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular ou epidermoide. Este tipo de carcinomas tende a aparecer na cabeça, na face, no pescoço, nas mãos e nos braços, que são as áreas mais expostas ao sol.

SINTOMAS

A alteração na pele é o indicador mais frequente de cancro de pele. Pode ser uma massa nova (neoplasia), uma ferida que não cicatriza ou uma alteração de uma neoplasia já existente. Nem todos os cancros de pele têm a mesma aparência.

É importante estar atento às seguintes alterações da pele:

  • Nódulos pequenos, lisos, brilhantes, opacos ou serosos
  • Nódulos vermelhos e duros.
  • Feridas ou nódulos que sangram ou desenvolvem crosta ou cicatriz, mas não cicatrizam
  • Sinais vermelhos e achatados rugosos, secos ou espessos, que se podem tornar macios e provocar comichão.
  • Sinais vermelhos ou castanhos rugosos e espessos.

 

TRATAMENTO

A cirurgia é o tratamento habitual. No entanto, em alguns casos, o médico pode sugerir quimioterapia tópica, terapia fotodinâmica ou radioterapia.

 

PREVENÇÃO

A melhor forma de prevenir o cancro de pele é proteger-se do sol. As crianças, em particular, devem ser bem protegidas.

Sabia que uma pessoa que, em criança ou adolescente, tenha tido pelo menos uma queimadura solar grave, com bolhas, tem um risco aumentado de Melanoma?

Mas atenção que as queimaduras solares em idade adulta também são um factor de risco para melanoma, que é mais comum em zonas com grande incidência de radiação UV do sol.

A exposição aos raios UV naturais deve ser limitada e as fontes artificiais devem ser evitadas, pois ao provocar envelhecimento precoce da pele pode produzir alterações que podem originar cancro de pele.

Para uma Prevenção eficaz devem ser tomados os seguintes cuidados:

  • limitar o tempo de exposição ao sol e a outras fontes de radiação UV – deve-se evitar a exposição ao sol do meio do meio da manhã até ao fim da tarde
  • proteger-se da radiação UV reflectida pela areia, água, neve e gelo, sendo que esta radiação pode atravessar roupas finas, pára-brisas, janelas e nuvens.
  • usar roupa com mangas e pernas compridas de tecido forte, um chapéu de aba larga e óculos de sol que absorvam as radiações UV
  • Utilizar loções com protector solar com factor mínimo de 15 – apesar do uso destes protectores, deve ser evitada a exposição prolongada ao sol.
  • Não utilizar o uso de lâmpadas ultravioletas e de solários.

 

 

NOVO SERVIÇO MYNURSE: ANÁLISES CLÍNICAS NO DOMICÍLIO

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Esclerose Múltipla

O QUE É A ESCLEROSE MÚLTIPLA?

Doença crónica, inflamatória, desmielinizante e degenerativa que afecta o Sistema Nervoso Central (SNC).  Surge frequentemente entre os 20 e os 40 anos de idade, ou seja, entre os jovens adultos. Afecta com maior incidência as mulheres do que os homens. É uma doença auto-imune, na qual o sistema imunitário não tem capacidade de diferenciar as células do seu próprio corpo de células estranhas a ele, acabando assim por destruir os seus próprios tecidos, nomeadamente a mielina, que é uma camada de gordura protectora das fibras nervosas, que tem por função auxiliar a transmissão de informação ao longo do corpo humano.

Há 3 tipos de esclerose múltipla:

  • Esclerose Múltipla Recidivante Remitente (EMRR) que é a forma mais comum, em que os indivíduos apresentam surtos e voltam ao seu estado normal. Durante os surtos os sintomas desenvolvem-se nos primeiros dias, permanecem constantes durante algum tempo e acabam por cessar ao fim de cerca de um mês.
  • Esclerose Múltipla Secundária Progressiva (EMSP), que pode desenvolver-se por um período de 10 a 15 anos. Vai-se dando um acréscimo progressivo e constante da incapacidade e dos sintomas cuja recuperação após os surtos não é total.
  • Esclerose Múltipla Primária Progressiva (EMPP), que aparece mais tarde (regra geral depois dos 40 anos). Esta forma não tem surtos. O que há é um agravamento dos sintomas de forma constante desde o inicio, e um aumento gradual da incapacidade.

SINTOMAS DA ESCLEROSE MÚLTIPLA

Os sintomas associados à Esclerose Múltipla não são constantes nem quanto à sua frequência, nem gravidade, variando de acordo com o local lesado no Sistema Nervoso Central. Os principais sintomas são:

  • Parestesias (alterações da sensibilidade);
  • Alterações visuais, nomeadamente a neurite óptica, que é uma inflamação do nervo óptico;
  • Alterações de equilíbrio e coordenação motora;
  • Disartria (alterações da fala e da articulação verbal);
  • Alterações motoras e espasticidade;
  • Alterações urinárias;
  • Fadiga;
  • Alterações psicológicas e cognitivas.

TRATAMENTO DA ESCLEROSE MÚLTIPLA

Apesar da Esclerose Múltipla não ter cura, já existem tratamentos com medicamentos que podem ser divididos em três grandes grupos:

  • Medicamentos que alteram o curso da doença, dado que reduzem a actividade das células do sistema imunitário, responsáveis pelo ataque que o corpo faz ao sistema imunitário, e ao sistema nervoso central, atenuando os efeitos dos processos imunológicos danificados.
  • Medicamentos que tratam os surtos agudos aliviando os sintomas.
  • Medicamentos que tratam sintomas específicos.

Há vários tipos de tratamentos:

  • Tratamento com medicamentos imunomodeladores;
  • Tratamento com medicamentos imunossupressores;
  • Tratamento com corticosteróides;
  • Tratamento sintomático;
  • Tratamento de espasticidade;
  • Tratamento da ataxia ou falta de coordenação;
  • Tratamento da fadiga devida à Esclerose Múltipla;
  • Tratamento da depressão;
  • Tratamento das alterações urinárias.

NECESSIDADES ESPECÍFICAS

Numa fase de maior incapacidade poderá ser necessário recorrer à ajuda de profissionais qualificados, como cuidadores, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas. Um plano paliativo pode melhorar substancialmente a qualidade de vida do doente, de forma a minimizar o impacto da doença no seu dia-a-dia e evitar maiores descompensações ou descompensações acentuadas e inesperadas. Para os vários tipos de ajuda, consulte www.mynurse.pt, ou peça informações adicionais através de geral@mynurse.pt, ou pelo 911 032 296. A primeira consulta médica é gratuita.