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Fake News em Saúde

Dia 1 de Abril. Hoje é dia das Mentiras. Já nem se lembrava, pois não?

A MyNurse decidiu dar-lhe umas dicas para que se possa defender das notícias falsas sobre a saúde (e a doença!) que existem por aí nas redes sociais.

Em primeiro lugar, é importante saber que, se recebeu um diagnóstico difícil de ouvir e que traz repercussões drásticas ao seu dia-a-dia, não deve ir pesquisar por livre iniciativa à Internet. Não o faça. Proteja-se e fale com um profissional de saúde em quem confie.

Faça uma lista de perguntas para que, quando estiver na presença do médico ou do enfermeiro que o acompanha, possa esclarecer todas as suas dúvidas, sem que se esqueça daquela pergunta mesmo importante que precisa de ver respondida para poder controlar e diminuir a ansiedade que sente.

Se receber uma má notícia não for o seu caso, então leia com atenção esta pequena lista de estratégias para avaliar a veracidade das notícias que vai lendo nas redes sociais ou nos e-mails.

  1. Não julgue a notícia pelo título: o sensacionalismo é uma estratégia muito utilizada pelos meios de comunicação social e muitas vezes os títulos que escolhem são mais apelativos para que você clique no link, mas não dizem respeito à realidade.
  2. Não partilhe a notícia sem a ler primeiro na íntegra e sem fazer o seu juízo crítico no final.
  3. Verifique a fonte da notícia: com a facilidade com que cada blog ou página na internet partilham as informações e notícias, antes de ler, confirme onde é que a pessoa que fez o share leu ou consultou a notícia que colocou.
  4. Verifique a data da notícia: pode estar a ler uma notícia que não é a mais recente, estando a informar-se mal acerca de determinado assunto.
  5. Consulte apenas meios de comunicação oficiais: faça essa selecção a priori e não considere páginas que não sejam canais oficiais e nacional e internacionalmente reconhecidos.
  6. Desconfie de grandes escândalos e de grandes milagres: não se deixe enganar por curas milagrosas para problemas de saúde graves e não leve a sério notícias desastrosas relacionadas com medicamentos ou tratamentos específicos. Lembre-se que as entidades de saúde são reguladas por normas rígidas onde trabalham profissionais idóneos a quem é conferido a responsabilidade de verificar a segurança e veracidade dos produtos, tratamentos e processos.

Se não tiver acesso a um profissional de saúde que o ajude a esclarecer as suas dúvidas, não se esqueça que na MyNurse pode escolher um enfermeiro, psicólogo, fisioterapeuta entre outros, para ir até sua casa e dar o apoio e esclarecimento necessário. Saiba mais em www.mynurse.pt

Gravidez: 40 semanas de mudanças

Ser Mãe é realmente uma decisão! As mulheres quando engravidam, começam logo por notar algumas (ainda que pequenas) alterações no seu corpo. Há quem sinta uma maior tensão mamária, que é muitas vezes confundida com um sintoma típico do síndrome pré-menstrual. Outras sofrem de um aumento da frequência urinária. De repente, a meio da noite, levantam-se para ir à casa de banho. As mulheres sofrem!

Hoje no Blog da MyNurse, falamos dos edemas que afectam a maioria das grávidas na etapa final da gravidez e deixamos aqui algumas sugestões para as senhoras que estão quase quase a ter o bebé.

Na segunda metade da gravidez é frequente os pés incharem, podendo o mesmo ocorrer nas mãos e no rosto. Nestas situações é aconselhável evitar ficar longos períodos parada de pé. Se não tiver nenhuma contra-indicação, deve fazer exercício físico.

Sempre que puder, deite-se com as pernas ligeiramente elevadas. Pode também deitar-se virada para o lado esquerdo. Pode considerar utilizar meias de compressão elástica. Se começar a sentir os dedos das mãos inchados, retire os anéis.

Nesta imagem, pode ver os vários graus do Sinal de Godet que pode vir a observar nos seus membros inferiores.

Na MyNurse encontra uma série de serviços para as grávidas mas há uns pacotes de fisioterapia de preparação para o parto que deviam ser alvo da sua atenção. Sem sair de casa, prepare o seu corpo para receber o seu bebé. Aprenda os pormenores dos esforços físicos a que será submetida na maternidade.

Conte connosco: saiba mais em www.mynurse.pt

O Processo de Luto II

Regressamos ao Blog da MyNurse com o tema do Luto e as fases descritas por Bowlby.

Num primeiro post abordámos a importância de se perceber que o Luto não é um caminho linear. É um processo com muitas fases e nem sempre se vive cada fase de forma isolada.

A segunda fase do Processo de Luto é a fase de saudade e procura. É neste período que se despertam explosões de soluços chorosos e de angústia aguda na maioria das pessoas. Um pessoa também pode sentir, de forma mais ou menos aberta, saudade intensa pelo objecto ou pessoa perdida. Esta fase pode durar meses ou anos.

Durante a fase que se segue, de desorganização e desespero, a pessoa envolve-se numa análise interminável sobre a forma e razão da perda ter acontecido. É muito natural e vulgar a pessoa exprimir raiva contra alguém que possa ser responsável pelo ocorrido. Este sentimento dá muitas vezes lugar à aceitação de que a perda é permanente.

Na etapa final de reorganização, que pode ser superior a um ano de duração, a pessoa começa a aceitar novos papéis a que não estava habituada e a adquirir nova competências e a formar novas relações.

Não precisa de passar por um Processo de Luto sozinho. Na MyNurse pode escolher um psicólogo que o pode acompanhar e ajudar a reorganizar a sua vida após uma perda. As consultas podem ser em sua casa ou num sítio em que se sinta seguro e bem. Não tem mal nenhum pedir ajuda. Lembre-se: todos passamos por isto.

Saiba mais em www.mynurse.pt

Fui diagnosticado. E agora? A Aceitação

Para terminar a série de posts acerca do processo de aceitação da doença, temos a última fase. A Aceitação.

Já sendo capaz de admitir que a doença existe, a pessoa procura obter informação, esforçando-se por ser autónoma. É um recomeço. Desta forma, nesta etapa, a família e os amigos são peças fundamentais na adaptação às novas rotinas.

Procurem juntos um enfermeiro que esteja presente e que vá acompanhando o processo de aprendizagem e adaptação, esclarecendo dúvidas, resolvendo pequenos problemas que podem vir a aparecer ao longo do caminho.

Não há dúvidas que, quando nos sentimos acompanhados, é muito mais fácil recomeçar. Nunca se esqueça disso. A sua saúde é preciosa, a saúde dos seus familiares e amigos é preciosa. Não perca a oportunidade de acompanhar alguém neste caminho de aceitar a doença. A sua presença pode fazer a diferença neste processo.

A aceitação da doença reflecte a vontade de enfrentar as suas implicações e para isto pode contar com profissionais diferenciados na MyNurse que pode dar todo o apoio necessário no conforto de sua casa. Saiba mais em www.mynurse.pt

 

 

 

Fui diagnosticado. E agora? Sentimento de raiva

Numa série de pequenos artigos sobre a adaptação à doença, a MyNurse publicou a semana passada um artigo sobre a primeira fase que pode ler aqui

A segunda fase da adpatação à doença após o diagnóstico é o

Sentimento de raiva

O sentimento que aparece a seguir é a raiva. Com a notícia do diagnóstico, a pessoa tende a responsabilizar terceiros pelo que lhe está a acontecer, queixa-se frequentemente e, neste caso, o mais indicado será não contradizer, mas ouvir as preocupações.

Nesta fase, a pessoa ainda não está preparada para enfrentar o futuro nem para ouvir as incertezas que a notícia da doença lhe trouxe. Precisa apenas de ter uma oportunidade para se sentir ouvida e acarinhada. Aqui ficam algumas pistas sobre como melhor ajudar:

  • Faça um convite para irem dar um passeio a um local tranquilo.
  • Desligue o telemóvel, demonstrando que está inteiramente disponível para ouvir.
  • Faça entender que o estar ali, perto dela não é uma perda de tempo.
  • Proponha receber a visita de um psicólogo ou de um enfermeiro em casa para poder discutir e apresentar as suas preocupações e opções disponíveis.

Na MyNurse, pode encontrar profissionais de sáude que estão disponíveis para esclarecimentos e realizar acompanhamento desta fase de adaptação à doença. Saiba mais em www.mynurse.pt 

Fui diagnosticado. E agora?

Quando algum de nós recebe a notícia do diagnóstico de uma doença, seja ela qual for, atravessa um período de adpatação que é natural ao processo de aceitação da doença.

Conhece alguém nesta situação? Não sabe como ajudar? A MyNurse decidiu publicar uma série de pequenos artigos em que apresenta algumas dicas que podem ser úteis para ajudar quem recebe um diagnóstico de doença.

 

 

 

 

Começamos pela Primeira fase da adpatação à doença após o diagnóstico que é a da

Negação ou incredulidade

Quando alguém que nos é querido recebe uma notícia destas, por vezes podemos observar algum comportamento típico de negação ou até de incredulidade. A pessoa não acredita que foi a si que lhe foi diagnosticada a doença, por vezes até pode comportar-se como se nada se tivesse passado. Pode evitar falar sobre o assunto, não se queixar. Pode até suprimir e distorcer todas as informações que não tenham sido apresentadas de forma clara.

O que podemos fazer? Nestas alturas é importante mostrar apoioempatia e procurar junto de um enfermeiro esclarecimentos pormenorizados de todos os procedimentos. Deve mostrar que está disponível só para o ouvir.

Na MyNurse sabemos o difícil que é ter de fazer este apoio sozinho, por isso temos enfermeiros disponíveis que fazem visitas ao domícilio e com quem pode sempre contar. Saiba mais em www.mynurse.pt  Estamos presentes em todas as fases da vida. Visite-nos em www.mynurse.pt

 

 

Consultas de vigilância na gravidez

 

A gravidez não é uma doença, no entanto, o Programa Nacional para a Vigilância da Gravidez de baixo risco aconselha que as grávidas sejam seguidas por um médico obstetra segundo o seguinte plano de consultas:

Se a sua gravidez se prolongar para além das 40 semanas, passará a ter consultas semanais para avaliação do bem-estar fetal e do estado da placenta.

O seu médico vai prescrever análises que têm como objetivo rastrear, prevenir ou tratar situações passíveis de colocar em risco a saúde materna e/ou fetal ou perinatal.

Através da MyNurse, pode realizar estas análises em casa. Basta um clique e, sem ter de sair de casa, as colheitas são realizadas e chegam até si via email.

Visite o nosso site para mais informações www.mynurse.pt

 

Hemodiálise

O QUE É A HEMODIÁLISE?

A hemodiálise é uma das formas de tratamento da insuficiência renal. Através da hemodiálise eliminam-se os resíduos tóxicos do sangue, quando os rins deixam de ser capazes de assegurar essa função e que é realizado até ao final da vida ou até que seja efectuado um transplante renal.

COMO FUNCIONA

Durante a hemodiálise, o sangue passa por um filtro especial chamado “dialisador”, antes de ser devolvido ao organismo. O dialisador é composto por muitas fibras minúsculas (tubos), dentro das quais o sangue circula. Cada fibra tem poros nas suas paredes. Um fluido especial, chamado solução de diálise, flui à volta das fibras, purificando o sangue. No entanto esta solução não entra em contacto directo com o sangue. Através dos poros das fibras minúsculas, a água e os resíduos tóxicos em excesso saem do sangue, em direcção à solução de diálise. O sangue purificado regressa ao organismo, enquanto que a solução de diálise é eliminada.

QUANDO E QUANTO TEMPO DURA

A hemodiálise é um tratamento que é efectuado de forma regular. Os tratamentos mais frequentes ou mais prolongados estão associados a melhores resultados para a sua saúde. Em regra, serão feitos entre 3 a 6 tratamentos por semana. Cada sessão poderá demorar em média 4 a 5 horas.

ONDE PODE FAZER

Pode-se optar por vários locais para fazer a hemodiálise:

  • Em casa – com a vantagem de poder escolher o melhor horário para fazer o seu tratamento, podendo até realizar a diálise durante a noite, em que o tratamento é feito durante o sono. Outra vantagem de fazer em casa é o aumento da frequência, o que representa um beneficio para a saúde.  No entanto, em casa será necessário instalar canalizações especiais, ter a máquina ou monitor de hemodiálise, todos os materiais necessários e aprender a fazer o seu tratamento. Enfermeiros ao domicilio poderão dar numa fase inicial não só toda a formação necessária, como inclusivamente poderão monitorar de forma constante todas as sessões de tratamento.
  • Unidade de diálise – geralmente, estas unidades encontram-se na comunidade e têm uma equipa de enfermagem que dá apoio nas sessões de tratamentos.
  • Hospital ou clínica de diálise – esta opção destina-se a quem necessita de apoio médico adicional, sendo ainda em Portugal a forma mais frequente. No hospital ou nas clinicas de diálise, a programação é fixa e regular, geralmente três vezes por semana, sendo que o horário do tratamento depende do Hospital ou da clínica.

SINTOMAS

É natural que durante ou depois das sessões se possam sentir os seguintes sintomas:

  • Indisposição
  • Tonturas
  • Cansaço
  • Fraqueza
  • Cãibras musculares

Estes sintomas são geralmente provocados pela rápida remoção rápida de uma grande quantidade de líquidos, que resulta numa descida da tensão arterial. No entanto podem ser reduzidos se o tratamento durar mais horas e for feito mais frequentemente, nomeadamente quando a hemodiálise é feita em casa e sobretudo se for feita durante o período de sono.

ACESSO VASCULAR

Importa ainda referir que será necessário criar o acesso vascular à corrente sanguínea, o que pressupõe uma pequena cirurgia, geralmente feita em ambulatório.

São três os tipos de acessos vasculares:

  • Fístula: junção entre uma das artérias e uma veia. A veia aumenta de tamanho e passa a ser a zona que recebe as agulhas para a realização da hemodiálise. Geralmente, a fístula localiza-se na parte superior ou inferior do membro superior ou, raramente, no membro inferior.
  • Prótese: tubo material macio colocado entre uma das artérias e uma veia.
  • Cateter: tubo especial, normalmente temporário, colocado numa veia de grande calibre, até que a fístula ou a prótese estejam prontas a ser utilizadas. O cateter pode ser usado imediatamente.

A fim de prevenir infecções terá de ser feita uma boa higiene do acesso criado.

MyNurse tem ao seu dispor enfermeiros ao domicilio com experiência para o ajudar com a diálise. Também os auxiliares MyNurse poderão prestar ajuda aos doentes e familiares de doentes que fazem este tipo de tratamento. Contacte-nos em www.mynurse.pt

 

ALZHEIMER: O QUE É

 

Alzheimer é um tipo de demência que provoca uma deterioração global, progressiva e irreversível de diversas funções cognitivas, nomeadamente a memória, a atenção, a concentração, a linguagem e o pensamento. Esta deterioração tem como consequências alterações no comportamento, na personalidade e na capacidade funcional da pessoa, dificultando a realização das suas actividades de vida diária. Quando a pessoa perde uma capacidade, raramente consegue voltar a recuperá-la ou reaprendê-la.

 

SINTOMAS DO ALZHEIMER

Os sintomas podem ser muito subtis. Começam frequentemente por lapsos de memória e dificuldade em encontrar as palavras certas para objectos do quotidiano. Estes sintomas agravam-se à medida que as células cerebrais vão morrendo e a comunicação entre estas fica alterada. Alguns sintomas característicos são:

  • dificuldades de memória persistentes e frequentes, especialmente de acontecimentos recentes
  • discurso vago durante as conversações
  • perder entusiasmo na realização de actividades, anteriormente apreciadas
  • demorar mais tempo na realização de actividades de rotina
  • esquecer-se de pessoas ou lugares conhecidos
  • incapacidade para compreender questões e instruções
  • deterioração de competências sociais e imprevisibilidade emocional

 

TRATAMENTO

Até à presente data não existe cura para a Doença de Alzheimer. No entanto, existem algumas medicações que parecem permitir alguma estabilização do funcionamento cognitivo nas pessoas com esta doença, nas fases ligeira e moderada. Também pode ser prescrita medicação para sintomas secundários, como a inquietude e a depressão, ou para ajudar a dormir melhor.

Para além do tratamento farmacológico, há a intervenção não farmacológica cujo objectivo principal é a estimulação das capacidades cognitivas, com vista à sua maximização e ao bem-estar da pessoa, nomeadamente no que respeita à sua adaptação à doença.

 

NECESSIDADES ESPECIFICAS

Cuidar de alguém com Alzheimer pode ser muito difícil e desgastante, sobretudo por causa da dependência que esta doença acarreta, pelo que se torna necessário recorrer a cuidadores qualificados, que no mínimo assegurem as essenciais pausas regulares na prestação dos cuidados por parte das famílias.

Para acompanhamento de doentes com Alzheimer e ou outras doenças demenciais, administração de medicação, cuidados de higiene e conforto, fisioterapia, terapia ocupacional, ou outro tipo de apoio domiciliário relacionado com este tipo de doenças, consulte a MyNurse.

 

MYNURSE: SERVIÇO DE ANÁLISES CLÍNICAS – JÁ CONHECE?

 

A pensar nos nossos utilizadores aumentamos a nossa oferta de serviços ao domicílio com o serviço de Análises clinicas ao domicilio: sem ter de sair mais cedo de casa, sem ter de sair em jejum e sem ter de tomar pequeno-almoço na rua, uma equipa de profissionais vai a sua casa e faz a recolha de amostras de que necessita!

Poupa na deslocação, no pequeno-almoço fora de casa e pode agendar para o dia em que lhe for mais conveniente! Por apenas 5€ (6,15€ com IVA) não tem mais encargos adicionais, e paga apenas as análises ao preço da tabela do subsistema a que pertence. Com acordos com inúmeras seguradoras, ARS, ADSE, SAMS, PT, RNA, entre muitos outros, pode desfrutar da comodidade  e reserva de sua casa enquanto realiza os seus exames.

Este serviço está disponível apenas no distrito de Lisboa, na presente fase. Em breve contamos alargar a todo o país.

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A MyNurse a pensar em si!