Cuidados Paliativos

O que provoca uma úlcera por pressão?

Hoje falamos novamente de úlceras por pressão e damos-lhe a conhecer os fatores que contribuem para o seu desenvolvimento.

De acordo com o European Pressure Ulcer Advisory Panel e o National Pressure Ulcer Advisory Panel (EPUAP\NPUAP, 2009) uma úlcera de pressão

«é uma lesão localizada da pele e/ou tecido subjacente, normalmente sobre uma proeminência óssea, em resultado da pressão ou de uma combinação entre esta e forças de torção. Às úlceras de pressão também estão associados fatores contribuintes e de confusão, cujo papel ainda não se encontra totalmente esclarecido».

Factores que influenciam o desenvolvimento de úlceras por pressão:

Nos fatores extrínsecos, muito dependentes dos cuidados de Enfermagem, salientam-se

  • a pressão,
  • as forças de deslizamento,
  • a fricção e a humidade.

Nos fatores intrínsecos:

  • a imobilidade,
  • a incontinência,
  • a idade,
  • o estado nutricional,
  • a má perfusão/oxigenação tecidular,
  • efeitos de medicamentos e
  • as doenças crónicas.

Entre os fatores intrínsecos salienta-se ainda a importância do deficiente estado nutricional, devido à hipoalbuminémia que altera a pressão osmótica e causa a formação de edema, comprometendo a difusão de oxigénio com consequente anoxia celular. Salientam-se, ainda, as deficiências de vitaminas A, C e E, devido ao seu papel na síntese de colagénio, imunidade e integridade epitelial. A desidratação, com consequente desequilíbrio eletrolítico, predispõe o doente ao aparecimento de UP (Ferreira, Miguéns, Gouveia, & Furtado, 2007).

Já viu como o desenvolvimento de uma úlcera por pressão é provocado por tantos fatores? Na MyNurse pode encontrar um grande número de enfermeiros que o ajudam a pôr em prática um plano de prevenção e/ou tratamento destas feridas que tanto contribuem para uma diminuição da qualidade de vida. Saiba mais em www.mynurse.pt

Inatividade – as suas consequências numa pessoa acamada

 

Quando uma pessoa se encontra acamada, há muitas consequências diretas dessa alteração da mobilidade.

A inatividade provoca um aumento do tempo de contacto direto da pessoa com as superfícies de apoio (cama, almofada, cadeiras, entre outras), provocando um aumento da pressão direta não aliviada sobre os tecidos moles, forças de fricção e deslizamento, o que pode condicionar o aparecimento de úlceras de pressão.

Considera-se que a pessoa em situação de imobilidade deve ser posicionada de duas em duas horas (Timmerman, 2007). No entanto, a frequência dos posicionamentos é determinada pela mobilidade da pessoa, pela condição clínica global, pelos objetivos do tratamento e ainda pelas condições globais da pele (APTF, 2009).

Caso a condição da pessoa acamada lhe permita, é importantíssimo reforçar a necessidade levante para o cadeirão ou cadeira de rodas, pelo menos uma vez por dia. Nesta posição pode estar durante duas horas ou então até se sentir confortável, podendo sempre regressar à cama mantendo a alternância dos posicionamentos.

Deixamos aqui algumas fotografias que podem ajudá-lo a posicionar o seu familiar, no entanto, a ajuda e ensino de um profissional qualificado é sempre uma mais valia pois o cuidado é mais individualizado.

 

 

 

 

 

Na MyNurse pode contar com uma equipa de enfermeiros para ensinarem os cuidadores informais e também auxiliares de acção médica que colaboram consigo neste processo de aprendizagem para si e de prevenção de complicações ao seu familiar acamado. Saiba mais em www.mynurse.pt

Fui diagnosticado. E agora? A Aceitação

Para terminar a série de posts acerca do processo de aceitação da doença, temos a última fase. A Aceitação.

Já sendo capaz de admitir que a doença existe, a pessoa procura obter informação, esforçando-se por ser autónoma. É um recomeço. Desta forma, nesta etapa, a família e os amigos são peças fundamentais na adaptação às novas rotinas.

Procurem juntos um enfermeiro que esteja presente e que vá acompanhando o processo de aprendizagem e adaptação, esclarecendo dúvidas, resolvendo pequenos problemas que podem vir a aparecer ao longo do caminho.

Não há dúvidas que, quando nos sentimos acompanhados, é muito mais fácil recomeçar. Nunca se esqueça disso. A sua saúde é preciosa, a saúde dos seus familiares e amigos é preciosa. Não perca a oportunidade de acompanhar alguém neste caminho de aceitar a doença. A sua presença pode fazer a diferença neste processo.

A aceitação da doença reflecte a vontade de enfrentar as suas implicações e para isto pode contar com profissionais diferenciados na MyNurse que pode dar todo o apoio necessário no conforto de sua casa. Saiba mais em www.mynurse.pt

 

 

 

Fui diagnosticado, e agora? A resolução

Continuando a falar sobre o processo de aceitação da doença, a próxima etapa pode ser considerada como uma pequena luz ao fundo do túnel: a Resolução.

A pessoa já começa a ser capaz de exprimir mais abertamente as suas emoções, tomando consciência de que a doença trouxe alterações para a sua vida e pode até começar a fazer perguntas, mostrando algum interesse.

Nesta fase, o mais indicado é incentivar a partilha de sentimentos. Por esta razão, sugerimos que faça sentir a sua presença junto da pessoa doente. Pode até sugerir conversar com um enfermeiro para colocar as dúvidas que tem sobre a doença.

Nesta fase, a presença de um profissional é imprescindível. Ajudar a pessoa a começar a responsabilizar-se pelo seu estado de saúde, tentando aprender mais sobre ela, é uma competência específica de enfermagem. Na MyNurse pode encontrar enfermeiros disponíveis para fazer este acompanhamento ao domicílio. Não hesite em saber mais informações. Visite a nossa página em www.mynurse.pt

Fui diagnosticado, e agora? Fase da Negociação

Temos vindo a deixar aqui no Blog MyNurse algumas dicas para que possa apoiar alguém que tenha recebido a notícia de uma doença. Independentemente do diagnóstico, todos passamos por um processo de adaptação à doença. As primeiras etapas já descrevemos em posts anteriores.

Depois do sentimento de raiva, entramos numa quarta etapa: a Negociação.

Nesta fase mais tardia, observam-se muitas vezes comportamentos de negociação. Por exemplo “se eu sobreviver, então prometo que vou ter mais cuidado”. Uma crença de que o diagnóstico foi um castigo e que portanto há a hipótese de negociar o desfecho daquela situação.

Nestes momentos, é importante manter o discurso de apoio baseado apenas na realidade. No que se sabe em concreto. Não vale a pena fazer projeções de futuro. Ajude a concentrar-se no presente e no dedicar toda a atenção ao que se sabe de momento.

É muito importante compreender que cada etapa não tem um período de tempo definido. Varia consoante cada caso e, além disso, a passagem entre etapas pode ser muito ténue. No entanto, conhecê-las pode ser importante para quem está apoiar a pessoa doente, contribuindo para uma maior compreensão do seu processo de aceitação interior.

Conversar com um psicólogo pode ser uma variante neste processo de aceitação que faz a diferença. Na MyNurse podemos ajudá-lo a encontrar um profissional que tenha um perfil que ajude a criar empatia com a pessoa doente. Não hesite em saber mais informações em www.mynurse.pt

 

Fui diagnosticado. E agora? Sentimento de raiva

Numa série de pequenos artigos sobre a adaptação à doença, a MyNurse publicou a semana passada um artigo sobre a primeira fase que pode ler aqui

A segunda fase da adpatação à doença após o diagnóstico é o

Sentimento de raiva

O sentimento que aparece a seguir é a raiva. Com a notícia do diagnóstico, a pessoa tende a responsabilizar terceiros pelo que lhe está a acontecer, queixa-se frequentemente e, neste caso, o mais indicado será não contradizer, mas ouvir as preocupações.

Nesta fase, a pessoa ainda não está preparada para enfrentar o futuro nem para ouvir as incertezas que a notícia da doença lhe trouxe. Precisa apenas de ter uma oportunidade para se sentir ouvida e acarinhada. Aqui ficam algumas pistas sobre como melhor ajudar:

  • Faça um convite para irem dar um passeio a um local tranquilo.
  • Desligue o telemóvel, demonstrando que está inteiramente disponível para ouvir.
  • Faça entender que o estar ali, perto dela não é uma perda de tempo.
  • Proponha receber a visita de um psicólogo ou de um enfermeiro em casa para poder discutir e apresentar as suas preocupações e opções disponíveis.

Na MyNurse, pode encontrar profissionais de sáude que estão disponíveis para esclarecimentos e realizar acompanhamento desta fase de adaptação à doença. Saiba mais em www.mynurse.pt 

Fui diagnosticado. E agora?

Quando algum de nós recebe a notícia do diagnóstico de uma doença, seja ela qual for, atravessa um período de adpatação que é natural ao processo de aceitação da doença.

Conhece alguém nesta situação? Não sabe como ajudar? A MyNurse decidiu publicar uma série de pequenos artigos em que apresenta algumas dicas que podem ser úteis para ajudar quem recebe um diagnóstico de doença.

 

 

 

 

Começamos pela Primeira fase da adpatação à doença após o diagnóstico que é a da

Negação ou incredulidade

Quando alguém que nos é querido recebe uma notícia destas, por vezes podemos observar algum comportamento típico de negação ou até de incredulidade. A pessoa não acredita que foi a si que lhe foi diagnosticada a doença, por vezes até pode comportar-se como se nada se tivesse passado. Pode evitar falar sobre o assunto, não se queixar. Pode até suprimir e distorcer todas as informações que não tenham sido apresentadas de forma clara.

O que podemos fazer? Nestas alturas é importante mostrar apoioempatia e procurar junto de um enfermeiro esclarecimentos pormenorizados de todos os procedimentos. Deve mostrar que está disponível só para o ouvir.

Na MyNurse sabemos o difícil que é ter de fazer este apoio sozinho, por isso temos enfermeiros disponíveis que fazem visitas ao domícilio e com quem pode sempre contar. Saiba mais em www.mynurse.pt  Estamos presentes em todas as fases da vida. Visite-nos em www.mynurse.pt

 

 

O CANCRO – O QUE É?

Muitas vezes ouvimos a palavra cancro, mas nem sempre sabemos exactamente do que estamos a falar.

Numas breves notas, tentamos resumir alguns conceitos básicos sobre Cancro.

O cancro é a proliferação anormal de células. Tem início nas células, e dá-se quando o processo de formação, envelhecimento e substituição das células corre mal, ou seja, quando se formam células novas, sem que o organismo necessite e, ao mesmo tempo, as células velhas não morrem. Este conjunto de células extra forma um tumor.

Só os tumores malignos são cancro. As células dos tumores malignos podem invadir e danificar os tecidos e órgãos circundantes, podem, ainda, libertar-se do tumor primitivo e entrar na corrente sanguínea ou no sistema linfático – este é o processo de metastização das células cancerígenas, a partir do cancro original, formando novos tumores noutros órgãos.

Os sintomas podem ser muito diversos, tal como:

  • Espessamento, massa ou “uma elevação” na mama, ou em qualquer outra parte do corpo
  • Aparecimento de um sinal novo, ou alteração num sinal já existente.
  • Ferida que não passa, ou seja, cuja cicatrização não acontece.
  • Rouquidão ou tosse que não desaparece.
  • Alterações relevantes na rotina intestinal ou da bexiga.
  • Desconforto depois de comer.
  • Dificuldade de engolir.
  • Ganho ou perda de peso, sem motivo aparente.
  • Sangramento ou qualquer secreção anormal.
  • Sensação de fraqueza ou extremo cansaço.

O tratamento do cancro depende do estadio da doença, da idade do doente e do seu estado geral de saúde e o objectivo é curar a pessoa do cancro, ou controlar a doença ou pelo menos reduzir os sintomas, durante o maior período de tempo possível.

O plano de tratamento pode ser alterado ao longo do tempo. A maioria dos planos de tratamento inclui:

  • Cirurgia
  • Radioterapia
  • Quimioterapia

Alguns planos envolvem terapêutica hormonal ou biológica. Adicionalmente, pode ser usado o transplante de células estaminais (indiferenciadas), para que o doente possa receber doses muito elevadas de quimioterapia ou radioterapia.

A terapêutica local, cirurgia e radioterapia, remove, ou destrói, as células do tumor, apenas numa parte específica do corpo.

A terapêutica sistémica, ou seja a quimioterapia, a terapêutica hormonal e a imunoterapia, “entra” na corrente sanguínea e “destrói”, ou controla, o cancro, em todo o corpo: mata ou, pelo menos desacelera, o crescimento das células cancerígenas que possam ter metastizado, para além do tumor original.

Dado que o tratamento do cancro pode danificar as células e tecidos saudáveis, surgem os efeitos secundários. Alguns efeitos secundários específicos dependem, principalmente, do tipo de tratamento e sua extensão. Os efeitos secundários podem não ser os mesmos em todas as pessoas, independentemente de estarem a fazer o mesmo tratamento, sendo que os efeitos secundários sentidos numa sessão de tratamento podem mudar na sessão seguinte.

Adicionalmente, em qualquer estadio da doença, podem também ser administrados medicamentos para controlar a dor e outros sintomas do cancro, bem como para aliviar os possíveis efeitos secundários do tratamento. Estes tratamentos são designados como tratamentos de suporte, para controlo dos sintomas ou cuidados paliativos. Quando se fala em cuidados paliativos, estamos a pressupor uma resposta activa aos problemas decorrentes da doença prolongada, incurável e progressiva, na tentativa de prevenir o sofrimento que a doença gera.

A MyNurse disponibiliza através da sua plataforma enfermeiros, auxiliares e uma equipa de cuidados paliativos que poderão assegurar os melhores cuidados no conforto de sua casa. A primeira consulta de cuidados paliativos é gratuita e sem compromisso.

ALZHEIMER: O QUE É

 

Alzheimer é um tipo de demência que provoca uma deterioração global, progressiva e irreversível de diversas funções cognitivas, nomeadamente a memória, a atenção, a concentração, a linguagem e o pensamento. Esta deterioração tem como consequências alterações no comportamento, na personalidade e na capacidade funcional da pessoa, dificultando a realização das suas actividades de vida diária. Quando a pessoa perde uma capacidade, raramente consegue voltar a recuperá-la ou reaprendê-la.

 

SINTOMAS DO ALZHEIMER

Os sintomas podem ser muito subtis. Começam frequentemente por lapsos de memória e dificuldade em encontrar as palavras certas para objectos do quotidiano. Estes sintomas agravam-se à medida que as células cerebrais vão morrendo e a comunicação entre estas fica alterada. Alguns sintomas característicos são:

  • dificuldades de memória persistentes e frequentes, especialmente de acontecimentos recentes
  • discurso vago durante as conversações
  • perder entusiasmo na realização de actividades, anteriormente apreciadas
  • demorar mais tempo na realização de actividades de rotina
  • esquecer-se de pessoas ou lugares conhecidos
  • incapacidade para compreender questões e instruções
  • deterioração de competências sociais e imprevisibilidade emocional

 

TRATAMENTO

Até à presente data não existe cura para a Doença de Alzheimer. No entanto, existem algumas medicações que parecem permitir alguma estabilização do funcionamento cognitivo nas pessoas com esta doença, nas fases ligeira e moderada. Também pode ser prescrita medicação para sintomas secundários, como a inquietude e a depressão, ou para ajudar a dormir melhor.

Para além do tratamento farmacológico, há a intervenção não farmacológica cujo objectivo principal é a estimulação das capacidades cognitivas, com vista à sua maximização e ao bem-estar da pessoa, nomeadamente no que respeita à sua adaptação à doença.

 

NECESSIDADES ESPECIFICAS

Cuidar de alguém com Alzheimer pode ser muito difícil e desgastante, sobretudo por causa da dependência que esta doença acarreta, pelo que se torna necessário recorrer a cuidadores qualificados, que no mínimo assegurem as essenciais pausas regulares na prestação dos cuidados por parte das famílias.

Para acompanhamento de doentes com Alzheimer e ou outras doenças demenciais, administração de medicação, cuidados de higiene e conforto, fisioterapia, terapia ocupacional, ou outro tipo de apoio domiciliário relacionado com este tipo de doenças, consulte a MyNurse.

 

Esclerose Múltipla

O QUE É A ESCLEROSE MÚLTIPLA?

Doença crónica, inflamatória, desmielinizante e degenerativa que afecta o Sistema Nervoso Central (SNC).  Surge frequentemente entre os 20 e os 40 anos de idade, ou seja, entre os jovens adultos. Afecta com maior incidência as mulheres do que os homens. É uma doença auto-imune, na qual o sistema imunitário não tem capacidade de diferenciar as células do seu próprio corpo de células estranhas a ele, acabando assim por destruir os seus próprios tecidos, nomeadamente a mielina, que é uma camada de gordura protectora das fibras nervosas, que tem por função auxiliar a transmissão de informação ao longo do corpo humano.

Há 3 tipos de esclerose múltipla:

  • Esclerose Múltipla Recidivante Remitente (EMRR) que é a forma mais comum, em que os indivíduos apresentam surtos e voltam ao seu estado normal. Durante os surtos os sintomas desenvolvem-se nos primeiros dias, permanecem constantes durante algum tempo e acabam por cessar ao fim de cerca de um mês.
  • Esclerose Múltipla Secundária Progressiva (EMSP), que pode desenvolver-se por um período de 10 a 15 anos. Vai-se dando um acréscimo progressivo e constante da incapacidade e dos sintomas cuja recuperação após os surtos não é total.
  • Esclerose Múltipla Primária Progressiva (EMPP), que aparece mais tarde (regra geral depois dos 40 anos). Esta forma não tem surtos. O que há é um agravamento dos sintomas de forma constante desde o inicio, e um aumento gradual da incapacidade.

SINTOMAS DA ESCLEROSE MÚLTIPLA

Os sintomas associados à Esclerose Múltipla não são constantes nem quanto à sua frequência, nem gravidade, variando de acordo com o local lesado no Sistema Nervoso Central. Os principais sintomas são:

  • Parestesias (alterações da sensibilidade);
  • Alterações visuais, nomeadamente a neurite óptica, que é uma inflamação do nervo óptico;
  • Alterações de equilíbrio e coordenação motora;
  • Disartria (alterações da fala e da articulação verbal);
  • Alterações motoras e espasticidade;
  • Alterações urinárias;
  • Fadiga;
  • Alterações psicológicas e cognitivas.

TRATAMENTO DA ESCLEROSE MÚLTIPLA

Apesar da Esclerose Múltipla não ter cura, já existem tratamentos com medicamentos que podem ser divididos em três grandes grupos:

  • Medicamentos que alteram o curso da doença, dado que reduzem a actividade das células do sistema imunitário, responsáveis pelo ataque que o corpo faz ao sistema imunitário, e ao sistema nervoso central, atenuando os efeitos dos processos imunológicos danificados.
  • Medicamentos que tratam os surtos agudos aliviando os sintomas.
  • Medicamentos que tratam sintomas específicos.

Há vários tipos de tratamentos:

  • Tratamento com medicamentos imunomodeladores;
  • Tratamento com medicamentos imunossupressores;
  • Tratamento com corticosteróides;
  • Tratamento sintomático;
  • Tratamento de espasticidade;
  • Tratamento da ataxia ou falta de coordenação;
  • Tratamento da fadiga devida à Esclerose Múltipla;
  • Tratamento da depressão;
  • Tratamento das alterações urinárias.

NECESSIDADES ESPECÍFICAS

Numa fase de maior incapacidade poderá ser necessário recorrer à ajuda de profissionais qualificados, como cuidadores, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas. Um plano paliativo pode melhorar substancialmente a qualidade de vida do doente, de forma a minimizar o impacto da doença no seu dia-a-dia e evitar maiores descompensações ou descompensações acentuadas e inesperadas. Para os vários tipos de ajuda, consulte www.mynurse.pt, ou peça informações adicionais através de geral@mynurse.pt, ou pelo 911 032 296. A primeira consulta médica é gratuita.