Month: September 2018

Fui diagnosticado. E agora? A Aceitação

Para terminar a série de posts acerca do processo de aceitação da doença, temos a última fase. A Aceitação.

Já sendo capaz de admitir que a doença existe, a pessoa procura obter informação, esforçando-se por ser autónoma. É um recomeço. Desta forma, nesta etapa, a família e os amigos são peças fundamentais na adaptação às novas rotinas.

Procurem juntos um enfermeiro que esteja presente e que vá acompanhando o processo de aprendizagem e adaptação, esclarecendo dúvidas, resolvendo pequenos problemas que podem vir a aparecer ao longo do caminho.

Não há dúvidas que, quando nos sentimos acompanhados, é muito mais fácil recomeçar. Nunca se esqueça disso. A sua saúde é preciosa, a saúde dos seus familiares e amigos é preciosa. Não perca a oportunidade de acompanhar alguém neste caminho de aceitar a doença. A sua presença pode fazer a diferença neste processo.

A aceitação da doença reflecte a vontade de enfrentar as suas implicações e para isto pode contar com profissionais diferenciados na MyNurse que pode dar todo o apoio necessário no conforto de sua casa. Saiba mais em www.mynurse.pt

 

 

 

Fui diagnosticado, e agora? A resolução

Continuando a falar sobre o processo de aceitação da doença, a próxima etapa pode ser considerada como uma pequena luz ao fundo do túnel: a Resolução.

A pessoa já começa a ser capaz de exprimir mais abertamente as suas emoções, tomando consciência de que a doença trouxe alterações para a sua vida e pode até começar a fazer perguntas, mostrando algum interesse.

Nesta fase, o mais indicado é incentivar a partilha de sentimentos. Por esta razão, sugerimos que faça sentir a sua presença junto da pessoa doente. Pode até sugerir conversar com um enfermeiro para colocar as dúvidas que tem sobre a doença.

Nesta fase, a presença de um profissional é imprescindível. Ajudar a pessoa a começar a responsabilizar-se pelo seu estado de saúde, tentando aprender mais sobre ela, é uma competência específica de enfermagem. Na MyNurse pode encontrar enfermeiros disponíveis para fazer este acompanhamento ao domicílio. Não hesite em saber mais informações. Visite a nossa página em www.mynurse.pt

Fui diagnosticado, e agora? Fase da Negociação

Temos vindo a deixar aqui no Blog MyNurse algumas dicas para que possa apoiar alguém que tenha recebido a notícia de uma doença. Independentemente do diagnóstico, todos passamos por um processo de adaptação à doença. As primeiras etapas já descrevemos em posts anteriores.

Depois do sentimento de raiva, entramos numa quarta etapa: a Negociação.

Nesta fase mais tardia, observam-se muitas vezes comportamentos de negociação. Por exemplo “se eu sobreviver, então prometo que vou ter mais cuidado”. Uma crença de que o diagnóstico foi um castigo e que portanto há a hipótese de negociar o desfecho daquela situação.

Nestes momentos, é importante manter o discurso de apoio baseado apenas na realidade. No que se sabe em concreto. Não vale a pena fazer projeções de futuro. Ajude a concentrar-se no presente e no dedicar toda a atenção ao que se sabe de momento.

É muito importante compreender que cada etapa não tem um período de tempo definido. Varia consoante cada caso e, além disso, a passagem entre etapas pode ser muito ténue. No entanto, conhecê-las pode ser importante para quem está apoiar a pessoa doente, contribuindo para uma maior compreensão do seu processo de aceitação interior.

Conversar com um psicólogo pode ser uma variante neste processo de aceitação que faz a diferença. Na MyNurse podemos ajudá-lo a encontrar um profissional que tenha um perfil que ajude a criar empatia com a pessoa doente. Não hesite em saber mais informações em www.mynurse.pt

 

Fui diagnosticado. E agora? Sentimento de raiva

Numa série de pequenos artigos sobre a adaptação à doença, a MyNurse publicou a semana passada um artigo sobre a primeira fase que pode ler aqui

A segunda fase da adpatação à doença após o diagnóstico é o

Sentimento de raiva

O sentimento que aparece a seguir é a raiva. Com a notícia do diagnóstico, a pessoa tende a responsabilizar terceiros pelo que lhe está a acontecer, queixa-se frequentemente e, neste caso, o mais indicado será não contradizer, mas ouvir as preocupações.

Nesta fase, a pessoa ainda não está preparada para enfrentar o futuro nem para ouvir as incertezas que a notícia da doença lhe trouxe. Precisa apenas de ter uma oportunidade para se sentir ouvida e acarinhada. Aqui ficam algumas pistas sobre como melhor ajudar:

  • Faça um convite para irem dar um passeio a um local tranquilo.
  • Desligue o telemóvel, demonstrando que está inteiramente disponível para ouvir.
  • Faça entender que o estar ali, perto dela não é uma perda de tempo.
  • Proponha receber a visita de um psicólogo ou de um enfermeiro em casa para poder discutir e apresentar as suas preocupações e opções disponíveis.

Na MyNurse, pode encontrar profissionais de sáude que estão disponíveis para esclarecimentos e realizar acompanhamento desta fase de adaptação à doença. Saiba mais em www.mynurse.pt 

Fui diagnosticado. E agora?

Quando algum de nós recebe a notícia do diagnóstico de uma doença, seja ela qual for, atravessa um período de adpatação que é natural ao processo de aceitação da doença.

Conhece alguém nesta situação? Não sabe como ajudar? A MyNurse decidiu publicar uma série de pequenos artigos em que apresenta algumas dicas que podem ser úteis para ajudar quem recebe um diagnóstico de doença.

 

 

 

 

Começamos pela Primeira fase da adpatação à doença após o diagnóstico que é a da

Negação ou incredulidade

Quando alguém que nos é querido recebe uma notícia destas, por vezes podemos observar algum comportamento típico de negação ou até de incredulidade. A pessoa não acredita que foi a si que lhe foi diagnosticada a doença, por vezes até pode comportar-se como se nada se tivesse passado. Pode evitar falar sobre o assunto, não se queixar. Pode até suprimir e distorcer todas as informações que não tenham sido apresentadas de forma clara.

O que podemos fazer? Nestas alturas é importante mostrar apoioempatia e procurar junto de um enfermeiro esclarecimentos pormenorizados de todos os procedimentos. Deve mostrar que está disponível só para o ouvir.

Na MyNurse sabemos o difícil que é ter de fazer este apoio sozinho, por isso temos enfermeiros disponíveis que fazem visitas ao domícilio e com quem pode sempre contar. Saiba mais em www.mynurse.pt  Estamos presentes em todas as fases da vida. Visite-nos em www.mynurse.pt

 

 

Exames Laboratoriais na Gravidez

 

O Programa Nacional para a Vigilância da Gravidez de Baixo Risco parte do conceito de gravidez como uma oportunidade para promover um futuro mais saudável da população desde o início do ciclo de vida. Nesse sentido dá igualmente enfase à avaliação do bem-estar emocional da mulher, da criança e da família. Os cuidados centram-se nas necessidades de cada mulher, par, família, que devem ser considerados parceiros nas decisões e intervenções necessárias para a vigilância da gravidez.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A par com as consultas, as mulheres grávidas são aconselhadas a realizar algumas análises e exames para se garantir uma vigilância apertada de cada etapa da gestção. Na My Nurse as grávidas têm a hipótese de realizar todos estes exames laboratoriais sem terem de sair de casa em jejum, esperar em filas e até poupam no pequeno-almoço. Saiba mais em www.mynurse.pt

Este Programa encontra-se disponível na internet para consulta em https://www.dgs.pt/em-destaque/programa-nacional-para-a-vigilancia-da-gravidez-de-baixo-risco.aspx

 

Consultas de vigilância na gravidez

 

A gravidez não é uma doença, no entanto, o Programa Nacional para a Vigilância da Gravidez de baixo risco aconselha que as grávidas sejam seguidas por um médico obstetra segundo o seguinte plano de consultas:

Se a sua gravidez se prolongar para além das 40 semanas, passará a ter consultas semanais para avaliação do bem-estar fetal e do estado da placenta.

O seu médico vai prescrever análises que têm como objetivo rastrear, prevenir ou tratar situações passíveis de colocar em risco a saúde materna e/ou fetal ou perinatal.

Através da MyNurse, pode realizar estas análises em casa. Basta um clique e, sem ter de sair de casa, as colheitas são realizadas e chegam até si via email.

Visite o nosso site para mais informações www.mynurse.pt

 

Sintomas da Doença de Parkinson mais controlados?

 

Na passada quarta-feira, 5 de setembro, saiu nos jornais uma notícia que certamente alegra os portugueses que sofrem de Doença de Parkinson. Parkinson é uma doença degenerativa que afecta predominantemente os neurónios produtores de dopamina numa região do cérebro chamada substância negra, no mesencéfalo.

Lançado no mercado pela farmacêutica portuguesa Bial, este novo medicamento chama-se Ongentys. O seu princípio activo é a opicapona e “reduz o estado off, que se caracteriza pela lentidão/ limitação dos movimentos”. Durante este período, o corpo fica rígido e  os doentes não se conseguem mexer.

No nosso país, existem entre 18 a 20 mil doentes de Parkinson e todos os anos cerca de 2000 novos casos são identificados.

 

Na MyNurse pode encontrar enfermeiros que realizam a preparação de caixas de medicação em segurança e também cuidadores que dão apoio durante 24 horas a pessoas que sofrem desta doença. Saiba mais em www.mynurse.pt. Receba uma primeira visita gratuita – saiba como em www.mynurse.pt ou ligando para 911 032 296

Artigo revisto por
Francisca L. Monteiro,
Enfermeira OE91994