Month: August 2017

A IMPORTÂNCIA DO CONSUMO DE ÁGUA

A nova Roda dos Alimentos veio dar à Água a importância e destaque, que esta merece. Com efeito, não só surge no Centro da Roda, como está ainda representada em todos os grupos, quer porque faz parte da constituição de cada género alimentício quer porque é também muito utilizada para a confecção dos mesmos.

Sendo a água o principal constituinte do organismo humano, (cerca de 60% do nosso corpo é constituído por água) é fundamental para o bom funcionamento e o equilíbrio de todos os sistemas e órgãos do corpo humano. Com efeito

  • É componente essencial do sangue, linfa e de todas as secreções corporais;
  • Intervém nos processos de digestão, absorção, metabolismo e excreção do organismo;
  • Mantém a temperatura corporal.

Diariamente perdemos água através da pele, pulmões, fezes e urina. Necessitamos, por isso, de ingerir também diariamente a quantidade de água suficiente para compensar estas perdas, caso contrário entramos em processo de desidratação, que pode ser responsável por sintomas como dores de cabeça e cansaço, que podem também afectar a capacidade de concentração, atenção e memória.

Assim e porque é vital para o bem-estar e a saúde das pessoas, a sua ingestão diária é fundamental. Acresce que as pessoas que consomem diariamente quantidades adequadas de água, consomem, em média, menos calorias a partir de bebidas com açúcar, menos gordura total e saturada, menos açúcar, menos sal e menos colesterol.

No entanto, a quantidade de água a consumir depende de vários factores, tais como, estado de saúde do individuo, nível de actividade física e até o lugar onde vive. Em qualquer caso em média é recomendado um consumo de água de cerca de 3 litros para os homens e de 2 litros para as mulheres.

Em época de Verão em que a exposição ao Sol é maior é especialmente importante o cuidado com a ingestão de líquidos, devendo ser evitadas todas as bebidas açucaradas que causam um aumento dos hidratos de carbono de absorção rápida, os quais por conseguinte podem provocar o aumento de picos de glicémia, que é um dos factores de risco da obesidade, diabetes e de doenças cardiovasculares.