Month: June 2017

Esclerose Múltipla

O QUE É A ESCLEROSE MÚLTIPLA?

Doença crónica, inflamatória, desmielinizante e degenerativa que afecta o Sistema Nervoso Central (SNC).  Surge frequentemente entre os 20 e os 40 anos de idade, ou seja, entre os jovens adultos. Afecta com maior incidência as mulheres do que os homens. É uma doença auto-imune, na qual o sistema imunitário não tem capacidade de diferenciar as células do seu próprio corpo de células estranhas a ele, acabando assim por destruir os seus próprios tecidos, nomeadamente a mielina, que é uma camada de gordura protectora das fibras nervosas, que tem por função auxiliar a transmissão de informação ao longo do corpo humano.

Há 3 tipos de esclerose múltipla:

  • Esclerose Múltipla Recidivante Remitente (EMRR) que é a forma mais comum, em que os indivíduos apresentam surtos e voltam ao seu estado normal. Durante os surtos os sintomas desenvolvem-se nos primeiros dias, permanecem constantes durante algum tempo e acabam por cessar ao fim de cerca de um mês.
  • Esclerose Múltipla Secundária Progressiva (EMSP), que pode desenvolver-se por um período de 10 a 15 anos. Vai-se dando um acréscimo progressivo e constante da incapacidade e dos sintomas cuja recuperação após os surtos não é total.
  • Esclerose Múltipla Primária Progressiva (EMPP), que aparece mais tarde (regra geral depois dos 40 anos). Esta forma não tem surtos. O que há é um agravamento dos sintomas de forma constante desde o inicio, e um aumento gradual da incapacidade.

SINTOMAS DA ESCLEROSE MÚLTIPLA

Os sintomas associados à Esclerose Múltipla não são constantes nem quanto à sua frequência, nem gravidade, variando de acordo com o local lesado no Sistema Nervoso Central. Os principais sintomas são:

  • Parestesias (alterações da sensibilidade);
  • Alterações visuais, nomeadamente a neurite óptica, que é uma inflamação do nervo óptico;
  • Alterações de equilíbrio e coordenação motora;
  • Disartria (alterações da fala e da articulação verbal);
  • Alterações motoras e espasticidade;
  • Alterações urinárias;
  • Fadiga;
  • Alterações psicológicas e cognitivas.

TRATAMENTO DA ESCLEROSE MÚLTIPLA

Apesar da Esclerose Múltipla não ter cura, já existem tratamentos com medicamentos que podem ser divididos em três grandes grupos:

  • Medicamentos que alteram o curso da doença, dado que reduzem a actividade das células do sistema imunitário, responsáveis pelo ataque que o corpo faz ao sistema imunitário, e ao sistema nervoso central, atenuando os efeitos dos processos imunológicos danificados.
  • Medicamentos que tratam os surtos agudos aliviando os sintomas.
  • Medicamentos que tratam sintomas específicos.

Há vários tipos de tratamentos:

  • Tratamento com medicamentos imunomodeladores;
  • Tratamento com medicamentos imunossupressores;
  • Tratamento com corticosteróides;
  • Tratamento sintomático;
  • Tratamento de espasticidade;
  • Tratamento da ataxia ou falta de coordenação;
  • Tratamento da fadiga devida à Esclerose Múltipla;
  • Tratamento da depressão;
  • Tratamento das alterações urinárias.

NECESSIDADES ESPECÍFICAS

Numa fase de maior incapacidade poderá ser necessário recorrer à ajuda de profissionais qualificados, como cuidadores, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas. Um plano paliativo pode melhorar substancialmente a qualidade de vida do doente, de forma a minimizar o impacto da doença no seu dia-a-dia e evitar maiores descompensações ou descompensações acentuadas e inesperadas. Para os vários tipos de ajuda, consulte www.mynurse.pt, ou peça informações adicionais através de geral@mynurse.pt, ou pelo 911 032 296. A primeira consulta médica é gratuita.

ELA – Esclerose Lateral Amiotrófica

O QUE É A ELA?

A Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é uma doença neurológica degenerativa, progressiva e rara, sendo a forma mais frequente de Doença do Neurónio Motor (DNM). Na ELA, os neurónios motores (cabos eléctricos) que conduzem a informação do cérebro aos músculos do nosso corpo, passando pela espinal medula, morrem precocemente. Como resultado, esses músculos, que são os que nos fazem mexer (músculos estriados esqueléticos), ficam mais fracos.

SINTOMAS DA ELA

Os músculos que fazem mexer o nosso corpo vão ficando mais fracos e cansam-se mais rapidamente, podendo haver atrofia muscular. Os doentes de ELA também se queixam frequentemente de pequenos saltos involuntários nos músculos (fasciculações), fadiga e cãibras.

A ELA pode manifestar-se inicialmente numa das seguintes formas:

  • Medular (é a mais frequente): quando os primeiros sintomas envolvem músculos dos braços ou das pernas, em que o individuo refere sentir dificuldade na marcha por um dos pés arrastar  ou dificuldade em abotoar a roupa por fraqueza de uma das mãos;
  • Bulbar: verifica-se quando existe dificuldade em articular as palavras (disartria), ou dificuldade em mastigar e engolir (disfagia);
  • Respiratória: quando existe falta de ar (dispneia) durante o esforço físico ou mesmo em repouso, podendo ocorrer mesmo quando os indivíduos estão deitados, levando-os até a dormir sentados. A tosse pode ser deficiente, com dificuldade em eliminar a expectoração;
  • Axial: quando a fraqueza muscular envolve os músculos do pescoço ou do dorso, fazendo com que o pescoço possa cair para diante ou o individuo tenha de se encostar quando está sentado, verifica-se ainda em caso de desequilíbrio durante a marcha;
  • Difusa: quando as queixas são em todo o corpo, sendo difícil localizar quais os primeiros sintomas.

TRATAMENTO DA ELA

A ELA ainda não tem cura. No entanto há terapêuticas farmacológicas e não farmacológicas que visam atenuar a progressão da doença e melhorar a qualidade de vida e o conforto.

No tratamento farmacológico, existe o riluzol que é o único fármaco aprovado no tratamento específico da ELA. É um fármaco anti-glutamatérgico, que atrasa a progressão da doença. São também prescritas frequentemente, as vitaminas E e C e o selénio, que são anti-oxidantes por terem acção anti-radicais livres de oxigénio. São ainda prescritos outros medicamentos com acção sintomática importantes para aumentar o conforto, como os anti-espásticos, fluidificantes e bronco-dilatadores, anti-depressivos, ansiolíticos e analgésicos.

O tratamento não farmacológico é também muito importante, salientando-se a fisioterapia, a hidrocinesiterapia e a terapia ocupacional. A reabilitação é fundamental para a manutenção do trofismo muscular e das amplitudes articulares. Todos os exercícios poderão ser executados desde que realizados em segurança e com cargas moderadas, sem desencadear cansaço extremo, dispneia ou dor, incluindo mialgias e cãibras.

NECESSIDADES ESPECIFICAS

Dada a dependência que a progressão da doença acarreta é necessário recorrer à ajuda de profissionais qualificados, nomeadamente, cuidadores, terapeutas ocupacionais, e fisioterapeutas. Um plano paliativo pode melhorar substancialmente a qualidade de vida do doente, de forma a minimizar o impacto da doença no seu dia-a-dia e evitar maiores descompensações ou descompensações acentuadas e inesperadas. Para os vários tipos de ajuda, consulte www.mynurse.pt, ou peça informações adicionais através de geral@mynurse.pt, ou pelo 911 032 296.

Doenças Respiratórias Crónicas

O que são?

As doenças respiratórias crónicas são doenças crónicas das vias respiratórias e de outras estruturas dos pulmões. As principais doenças respiratórias crónicas incluem a asma e as alergias respiratórias, a doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC), doenças pulmonares ocupacionais, síndrome de apneia do sono e hipertensão pulmonar.

Sintomas: Hemorragia das vias respiratória, tosse, anomalias da respiração, Dispneia, Pieira, Hiperventilação, Espirro, Odinofagia e dor torácica, Asfixia, Pleurisia, Paragem respiratória (falência cardiorrespiratória), Expectoração anormal. Todos estes sintomas podem limitar a capacidade da pessoa para realizar as actividades diárias normais

Principais formas de tratamento:
1. Ajudas técnicas – nebulizadores, espirómetros, etc.
2. Fisioterapia respiratória.
3. Medicação

Como pode a MyNurse ajudar?
A MyNurse dispõe de profissionais especializados habilitados para ajudar com as formas de tratamento e alívio dos sintomas próprios das doenças respiratórias crónicas: fisioterapeutas e enfermeiros ao domicílio evitam deslocações e interacção com meios clínicos e hospitalares onde as infecções hospitalares representam um perigo acrescido para os doentes em causa.

 

Contacte-nos pelo telefone 911 032 ou clique em MyNurse e faça o seu pedido online.