Month: November 2016

Dia Mundial do Não Fumador

 

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) o consumo de tabaco constitui a principal causa evitável de doença e de morte, repercutindo-se pesadamente em custos sociais, económicos e de saúde. Atinge todas as regiões do mundo e todos os estratos sociais, apresentando uma tendência crescente, em particular entre as regiões e os grupos populacionais mais desfavorecidos, contribuindo desse modo para agravar as iniquidades em saúde. (DGS)

Dada a composição química do tabaco, rico em nicotina, substância psicoactiva geradora de dependência, e em substâncias cancerígenas, tóxicas e mutagénicas, não existe um limiar seguro de exposição para o ser humano, o que obriga à adopção de medidas preventivas e de protecção da saúde

Um em cada dois consumidores que fume regularmente ao longo da vida morrerá por uma doença associada ao tabaco, perdendo em média dez anos de esperança de vida

Segundo a OMS, morrem por ano, em todo o mundo, cerca de 5,4 milhões de pessoas fumadoras e ex-fumadoras, das quais cerca de 700 000 na União Europeia

Fumar afecta todo o organismo, sendo causa ou factor de agravamento das doenças crónicas não transmissíveis mais prevalentes, em particular do cancro, das doenças respiratórias, das doenças cardiovasculares e da diabetes, para além de outros efeitos nocivos a nível da saúde sexual e reprodutiva, da saúde ocular, da saúde oral e do envelhecimento da pele.

A exposição ao fumo ambiental do tabaco é também nociva para todas as pessoas expostas, em particular para as crianças, as mulheres grávidas, os doentes crónicos e os trabalhadores obrigados a permanecer em locais fechados onde se fume, não existindo um limiar seguro de exposição. (DGS)

Deixar de Fumar. Que benefícios?

Parar de fumar tem benefícios imediatos e a médio e longo prazo, não só para a pessoa, como para quem convive com ela, como por exemplo:

  • Redução do risco de cancro do pulmão e de muitos outros tipos de cancro;
  • Redução do risco de doença cardíaca, acidente vascular cerebral e de doença vascular periférica;
  • Redução dos sintomas respiratórios, tais como tosse, pieira e falta de ar. Embora estes sintomas possam não desaparecer totalmente, eles não continuarão a progredir com a mesma intensidade como acontece com quem continua a fumar;
  • Redução do risco de desenvolvimento de algumas doenças pulmonares (como a doença pulmonar obstrutiva crónica, também conhecida por DPOC);
  • Redução do risco de infertilidade.

O que acontece quando deixa de fumar?

  • Após 20 minutos
  • A pressão arterial e a frequência cardíaca voltam ao normal.
  • Após 12 horas
  • Os níveis de monóxido carbono no sangue voltam ao normal.
  • Após 2 semanas a 3 meses
  • Começa a respirar melhor e a sentir mais energia. A circulação sanguínea melhora. O risco de enfarte do miocárdio diminui.
  • O olfacto e o paladar melhoram.
  • Os doentes diabéticos passam a controlar melhor a sua doença.
  • Após 1 a 9 meses
  • Sente um aumento gradual do bem-estar geral, acompanhado de mais vitalidade. A tosse e a falta de ar diminuem e a respiração torna-se mais fácil.
  • Após 1 ano
  • O risco de ataque cardíaco diminui para cerca de metade do observado nas pessoas que continuam a fumar.
  • Após 2 a 5 anos
  • O risco de acidente vascular cerebral diminui, ficando semelhante ao das pessoas que não fumam.
  • O risco de cancro da boca, da garganta, do esófago e da bexiga reduz-se para metade, decorridos 5 anos.
  • Após 10 anos
  • Corre 50 % menos risco de ter um cancro do pulmão do que as pessoas que continuam a fumar. O risco de cancro do pâncreas e do rim diminuem.
  • Após 15 anos
  • O risco de doença coronária é semelhante ao de uma pessoa não fumadora, do seu sexo e idade.

 

Fonte: DGS

Parar de Fumar –  Anos de esperança de vida recuperados:

  • Parar aos 30 anos =  ganho de 10 anos de esperança de vida
  • Parar aos 40 anos =  ganho de 9 anos de esperança de vida
  • Parar aos 50 anos = ganho de 6 anos de esperança de vida
  • Parar aos 60 anos = ganho de 3 anos de esperança de vida

Quero deixar de Fumar! Como?

O Programa Nacional de Prevenção e Controlo do Tabagismo elege os 15 passos para deixar de fumar

  1. Faça uma lista de motivos que justifiquem a sua decisão de deixar de fumar e releia-a sempre que tiver vontade de fumar.
  2. Identifique as situações em que geralmente fuma. Conhecer os seus hábitos vai ajudá-lo a resistir melhor ao tabaco em situações futuras.
  3. Fixe uma data para deixar de fumar.
  4. Comunique a promessa à sua família, amigos e colegas de trabalho.
  5. Prepare-se com tempo.
  6. No dia escolhido para deixar de fumar pare simplesmente de o fazer. Resista à tentação.
  7. A partir desse dia esconda todos os objectos relacionados com o hábito de fumar.
  8. Sempre que a imagem do cigarro lhe vier à cabeça, respire profundamente.
  9. Não pense que nunca mais vai voltar a fumar, pense antes nas vantagens disso mesmo.
  10. Aumente o nível de actividade física.
  11. Opte por uma alimentação saudável.
  12. Evite ou reduza a ingestão de álcool e café
  13. Evite estar na proximidade de fumadores e peça aos seus amigos para que não fumem perto de si.
  14. Evite aqueles momentos em que habitualmente fumava sempre um cigarro. Distraia-se com outras atividades.
  15. Guarde num local visível todo o dinheiro que está a poupar ao abandonar o tabaco. Use-o para comprar algo que lhe dá prazer sem destruir a sua saúde.

E Ainda…

Se sente que não consegue deixar de fumar sozinho, peça ajuda ao seu médico ou marque uma consulta de cessação tabágica no Centro de Saúde ou Ligue para a linha de Saúde 808 24 24 24

Se necessário poderá ser indicado o recurso a medicamentos ou apoio psicológico.

Se Recair?

Não se culpabilize! Faz parte de todo o processo de mudança… Volte a tentar!

Qual é a real importância do sono?

Sabemos hoje que o sono é um elemento vital nas nossas vidas. Ainda assim, continuamos a descurá-lo.

O ritmo de vida, muitas vezes intenso, obriga-nos a relegar o descanso para segundo plano. Os dias passam demasiado rápido para a imensidão de tarefas com que nos confrontamos. No final de um dia de trabalho, devíamos dedicar o tempo que nos resta para nos focarmos no descanso e na qualidade do sono, mas nem sempre o fazemos…

O que nos aconteceria se não dormíssemos?  

Passamos cerca de um terço das nossas vidas a dormir. Dormir bem é essencial não apenas para ficar acordado no dia seguinte, mas, para se manter saudável, melhorar a qualidade de vida e até aumentar a longevidade.

O Nosso desempenho físico e mental está directamente ligado a uma boa noite de sono. O efeito de uma madrugada em claro é semelhante ao de uma embriaguez leve: a coordenação motora é prejudicada e a capacidade de raciocínio fica comprometida, ou seja, sem o merecido descanso o organismo deixa de cumprir uma série de tarefas importantíssimas.

O que nos aconteceria se não dormíssemos?  Num estudo realizado pela Universidade de Chicago – EUA,  onze pessoas com idades compreendidas entre os 18 e os 27 anos foram impedidas de dormir mais de quatro horas durante seis dias. O efeito foi assustador. No final do período, o funcionamento do organismo delas era comparado ao de uma pessoa de 60 anos de idade. E os níveis de insulina eram semelhantes aos dos portadores de diabetes. Em pesquisas de laboratório, ratos usados como cobaias não aguentaram mais de dez dias sem dormir. A consequência: morte por infecção generalizada.

Qual é a real importância do sono?

Apesar da sua importância, o descanso é ainda visto por muitos como uma perda de tempo. sono-4Preconceito que deve ser ultrapassado, uma vez que o sono, além de necessário, é também extremamente útil. Além de nos trazer o descanso merecido, o sono é um precioso aliado da nossa saúde, a par do exercício físico e de uma alimentação equilibrada. Trata-se de um estado que nos permite recuperar e preparar-nos para enfrentar um novo dia nas melhores condições físicas e mentais. Durante a noite, o corpo restaura-se, defende-se de infeções, produz hormonas e a pele regenera-se. Ou seja, durante o sono, o nosso corpo não está, de todo, inativo.

 

Quais as consequências da restrição do sono?

Sabe-se agora que as restrições de sono, quotidianas ou ocasionais, constituem fatores de risco para a nossa saúde:

sonolencia-1A privação ou restrição do sono pode ter consequências diretas, imediatas e, por vezes, fatais. O cansaço, a sonolência e a falta de atenção são algumas das principais causas de acidentes rodoviários mortais. De forma não tão imediata, mas não menos importante, o sono tem uma grande influência na nossa saúde. A privação de sono está associada, por exemplo, a um risco aumentado de doença cardíaca, doença renal, hipertensão, diabetes e acidente vascular cerebral. Além disso, está também comprovado que dormir pouco e mal aumenta o risco de obesidade, uma vez o sono ajuda a equilibrar as hormonas da fome (grelina) e da saciedade (leptina). Quando uma pessoa não dorme o suficiente, o seu nível de grelina sobe, enquanto o nível de leptina diminui, resultando num aumento do apetite.

De uma forma geral, a falta de sono age sobre as performances físicas e cognitivas, fazendo-se acompanhar por uma fadiga muscular, distúrbios imunitários, perturbações do equilíbrio psicológico e alterando as capacidades cognitivas, como a memória, a razão, o léxico e a fluidez da linguagem. Pessoas com problemas de sono podem também sentir dificuldade em tomar decisões, resolver problemas, controlar as suas emoções e lidar com a mudança. Em casos mais extremos, a privação de sono pode ainda estar associada à depressão e a comportamentos de risco.

(Paulo Carvalho, Diretor da Spaldin Portugal).

Por todas as razões inumeradas, ter um horário regular de sono pode causar um grande impacto positivo na sua vida, por isso deixamos aqui algumas dicas para melhorar qualidade do seu sono.

 

Dicas para melhorar a qualidade do seu sono: sono-2

  • Procure dormir sempre nos mesmos horários para disciplinar seu relógio interno. Selecione uma hora de dormir e cumpra esta programação todos os dias, não importa o que acontecer. Um sono reparador e de qualidade deve ser de 7 a 9 horas por noite.
  • Evite comer durante as 3 ou 4 horas antes da sua hora programada para dormir. Não comer por 12-16 horas (“Relógio alimentar”) pode ajudar rapidamente a repor o ciclo de sono-vigília, de acordo com um estudo da Escola de Medicina de Harvard.
  • Evite beber bebidas com cafeína durante a tarde e à noite. A cafeína pode perturbar a capacidade de adormecer à noite e perturbar o seu horário de sono regular. De manhã, se tem dificuldades para se manter acordado, pode ser uma boa ideia tomar um copo de café ou chá mate, ambos ricos em cafeína.
  • Controle a vontade de fumar antes de repousar e evite fumar caso perca o sono a meio da noite. A nicotina estimula a atividade dos neurónios.
  • Faça exercício físico regularmente. A rotina de exercícios consistentes irá ajudá-lo a adormecer mais rápido e melhorar seu sono. No entanto, evite fazer exercício num período de duas a três horas antes de dormir. A atividade física intensa, mesmo sendo aeróbia, cansa e aumenta a temperatura do corpo, dificultando o repouso. Se só tiver oportunidade de fazer exercício perto da hora de dormir, prefira atividades relaxantes ou de menor intensidade.
  • Evite atividades emocionalmente perturbadoras antes de dormir. Faça um esforço para lidar com situações stressantes ou estimulantes várias horas antes de dormir. Nunca faça isso antes de dormir pois assim, os pensamentos acabarão atrapalhando a qualidade do sono.
  • Não tome remédios para dormir por conta própria. Muitos deles causam dependência e só devem ser usados com indicação médica.
  • Crie uma rotina de dormir. A rotina deve ser relaxante e ajudar o seu corpo e a mente a relaxar após as atividades do dia. Siga a sua rotina, todas as noites antes de dormir: pode ser ouvir uma música, ler um livro, mas nada de televisão. Faça isso deitado e assim, prepare-se para uma boa noite de sono.
  • Garanta que o ambiente do quarto é silencioso e tranquilo. Música, só calma e em volume baixo. Também evite ter televisão ou luzes não naturais, porque mantêm o estado de alerta.
  • Tenha certeza que a sua cama é confortável e que o seu quarto não é muito quente ou frio.

sono-3Os primeiros passos para organizar o seu sono podem ser difíceis de dar… Mas depois, só resta a tranquilidade de uma boa noite bem dormida!

 

Sê diferente! (Contra o estigma da saúde mental)

Por André Maravilha

(Parceiro e colaborador MyNurse)

 

Nos dias que correm, segundo o Relatório Mundial de Saúde de 2001, as perturbações mentais são responsáveis por uma média de 31 % dos anos vividos com incapacidade, chegando a índices próximos dos 40 % na Europa.
Por seu turno, a Academia Americana de Psiquiatria da Infância e da Adolescência e a OMS – Região Europeia, refere que “uma em cada cinco crianças apresenta evidência de problemas de saúde mental e este peso tende a aumentar. Destas, cerca de metade tem uma perturbação psiquiátrica.”
Dados como estes, devem ser cada vez mais alvos da nossa reflexão, discussão e consciência critica. A doença mental existe e é uma realidade em crescendo.
Contudo, o que nos deparamos? Com uma sociedade pouco desperta para importância da saúde mental. Esta temática ainda é alvo de desconfiança e acima de tudo estigma pela sociedade.
A comparação ao adjetivo “maluco” e a pouca valorização da sintomatologia levam a que o cidadão comum faça uma fuga dos serviços de saúde mental ao contrário da dita “doença física”.
Por que será a doença física abordada mais facilmente que a doença mental? Por que será mais fácil comunicar que, por exemplo, partimos uma perna, ao invés de falar sobre o nosso quadro de tristeza arrastado?
Por estas e outras razões temos de combater o estigma em torno da saúde mental. Todos temos a possibilidade de deixar de viver na indiferença com que os temas de saúde mental são tratados ao contrário das questões físicas.
Por isso faça como nós SEJA DIFERENTE…PELA SAÚDE MENTAL

EU SOU DIFERENTE…E VOCÊ?

Sê Differente!

Sabia que um Enfermeiro Especialista em Saúde Mental é muito mais do que um técnico que administra medicação? É um profissional de saúde formado e habilitado para intervir, neste caso no domicílio, em gestão de situações de crise em Saúde Mental.

Situações como alterações de comportamento, agressividade, ansiedade, entre outros, derivado de um quadro de sofrimento psíquico, pode ser alvo de intervenção de um enfermeiro especialista em Saúde Mental.

Para além da gestão de crise em si mesma, este Enfermeiro tem conhecimentos técnicos e científicos que o permitem trabalhar o foco da situação gerada, perceber e gerir o regime medicamentoso no momento, bem como delinear com o cliente e cuidadores, estratégias de prevenção e atuação em caso de novas situações de crise, tais como identificação de sinais e sintomas.

É também importante perceber que a intervenção do enfermeiro especialista nesta área não está restrita ao cliente mas também alargada aos seus cuidadores.

Enfermeiros de Saúde Mental

Gripe. Proteja-se!

A gripe é uma doença contagiosa resultante da infecção pelo vírus influenza.

Este vírus entra pelo nosso nariz, multiplica-se, disseminando-se para a garganta e restantes vias respiratórias, incluindo os pulmões.

A gripe apresenta-se, na maior parte das vezes, sob a forma epidémica afectando milhões de pessoas por ano, das quais cerca de um milhão desenvolvem pneumonias que podem levar à hospitalização e morte. Durante as epidemias de gripe, cerca de 5 a 15% da população é afectada por infecções respiratórias.

Os primeiros sintomas da doença surgem entre 1 a 4 dias após a infecção pelo vírus– é o chamado período de incubação – e a sua severidade varia de acordo com a pessoa infectada.

A maior actividade gripal tem sido observada entre os meses de Dezembro e Fevereiro.

Sintomas

Os sintomas têm início de 1 a 4 dias após a infecção e podem começar de repente. Os arrepios ou a sensação de frio constituem quase sempre as primeiras manifestações. A febre é comum durante os primeiros dias, podendo ser alta. Manifesta-se por cansaço, dores no corpo, particularmente nas costas e pernas, dores de cabeça (cefaleias) e sensibilidade à luz.

Os sintomas respiratórios começam também a surgir como dor de garganta, sensação de ardor no peito, tosse seca e corrimento nasal. Posteriormente, a tosse pode intensificar-se e causar expectoração (escarro). Nas crianças, pode-se manifestar por náuseas e vómitos.

A maimaxresdefaultoria dos sintomas abranda ao fim de 2 ou 3 dias. No entanto, a febre, por vezes, pode durar até 5 dias. A tosse, fraqueza, suores e cansaço prolongam-se durante vários dias ou, ocasionalmente, durante semanas.

A pneumonia constitui a complicação mais comum da gripe, que pode ser causada por vírus, bactéria ou ambos. Na pneumonia viral, o vírus da gripe dissemina-se dentro dos pulmões. Na pneumonia bacteriana, as bactérias não relacionadas (como os pneumococos ou estafilococos) atacam as defesas debilitadas das pessoas. Em ambos os casos, as pessoas podem apresentar um agravamento da tosse, dificuldade respiratória, febre persistente ou recorrente e, por vezes, expectoração com sangue ou pus. A pneumonia é mais comum nos idosos e nas pessoas com doenças crónicas ou imunodeprimidas.

A gravidade dos sintomas e a presença de febre muito alta permitem distinguir a febre de um simples resfriado comum, especialmente quando a doença ocorre durante um surto de gripe.

Tratamento

Na maioria das vezes cura-se espontaneamente em uma ou duas semanas, mas podem ocorrer complicações, particularmente em pessoas com doenças crónicas ou com 65 ou mais anos de idade. .

Os vírus da gripe estão em constante alteração e a imunidade provocada pela vacina não é duradoura, pelo que as pessoas devem-se vacinar anualmente.

A gripe é a doença mais frequente do adulto e pode ser prevenida pela vacinação.

Vacinação

A vacinação contra a gripe é a principal medida de prevenção contra a gripe e tem como objectivo proteger as pessoas mais vulneráveis, prevenindo a doença e as suas complicações.

A vacinação iniciou-se em Outubro e deve ser feita preferencialmente até ao fim do ano. A vacina pode ser administrada durante todo o outono e inverno.11dbde00ab0c61e7de7291df379ab5ac

A vacinação contra a gripe é fortemente recomendada a:

  • Pessoas com idade igual ou superior a 65 anos;
  • Doentes crónicos e imunodeprimidos (a partir dos 6 meses de idade);
  • Grávidas;
  • Profissionais de saúde e outros prestadores de cuidados (ex.: lares de idosos).

Aconselha-se também a vacinação às pessoas com idade entre os 60 e os 64 anos.

A vacina está disponível, gratuitamente, nos centros de saúde para alguns dos grupos de risco. As pessoas não abrangidas pela vacinação gratuita podem adquirir a vacina nas farmácias, sob prescrição médica, beneficiando de comparticipação de 37%.

As receitas médicas nas quais seja prescrita, exclusivamente, a vacina contra a gripe, emitidas a partir de 1 de Julho de 2016, são válidas até 31 de Dezembro de 2016.

Vacinação gratuita

A vacina é gratuita nos centros de saúde para as pessoas:

  • Com idade igual ou superior a 65 anos
  • Residentes ou internados em instituições
  • De grupos de maior risco clínico:
    • Diálise
    • Aguardar e receptores de transplante
    • Sob quimioterapia
    • Trissomia 21
    • Fibrose quística
    • Défice de alfa-1 antitripsina
    • Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória

O Serviço Nacional de Saúde tem cerca de 1,2 milhões de doses de vacinas para administrar gratuitamente.

Contacte o seu Centro de Saúde!

                                                 (Direcção geral de Saúde)

Outras medidas de prevenção

Para prevenir as infecções respiratórias, para além da vacinação contra a gripe, são essenciais a higiene das mãos, a etiqueta respiratória (tossir ou espirrar para um lenço descartável ou para o antebraço) e no caso de estar infectado aconselha-se o distanciamento social.